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Mais cinco mulheres acusam cineasta francês Luc Besson de assédio sexual

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Novas acusações contra Luc Besson. Outras cinco mulheres
acusaram o cineasta de assédio sexual.
O site francês Mediapart
que publicou os relatos nesta quarta-feira (28). Com as novas acusações chegam a nove o número de mulheres acusando o diretor de agressão sexual. 

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Diretor francês, Luc Besson é acusado por mais cinco mulheres de assedio sexual na indústria do entretenimento
Divulgação/Imdb

Diretor francês, Luc Besson é acusado por mais cinco mulheres de assedio sexual na indústria do entretenimento

 Desde maio, o diretor de filmes como “O Profissional” e “O Quinto Elemento” está sendo investigado após a atriz Sand Van Roy afirmar que Luc Besson
a estuprou e logo depois apareceram outros relatos  sobre  o cineasta ter assediado ou agredido sexualmente atrizes e profissionais da indústria do cinema.

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 Entre as mulheres que estão acusando o diretor, está uma ex-assistente de Besson, que afirma ter sido chantageada e obrigada a manter relações sexuais com ele, duas estudantes de um curso de cinema de Cite du Cinema ministrado pelo cineasta e uma ex-funcionária de sua produtora chamada Europacorp. A quinta mulher foi a única que permitiu revelar sua identidade.

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 Karine Isambert é uma produtora de teatro e disse que Luc a tocou e apalpou sem sua autorização em 1995 durante um casting realizado em um hotel. Segundo o site, o cineasta marcava encontros com atrizes em quartos de hotéis, apontando semelhanças entre as histórias contra Besson e aquelas contra Harvey Weinstein, que atualmente é julgado em Nova York por múltiplas acusações de agressão sexual.

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 Mediapart ainda afirmou ter obtido um vídeo do diretor francês com um atriz de apenas 16 anos de idade, feito em um quarto de hotel em 2003. Após as primeiras acusações de assédio sexual, o diretor negou em maio deste ano. Seu advogado, Thierry Lambert afirmou na época que “Luc desmente categoricamente as acusações fantasiosas”. Luc Besson
ficou conhecido do mundo do cinema por ser diretor de muitos filmes, como “Taxi”, “Lucy”, “Carga Explosiva”, “Bandidas”, “Busca Implacável” e entre outros.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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