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Mais 80 famílias recebem cartão de crédito definitivo para reforma de suas residências

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“Um verdadeiro gesto de um pai e uma mãe que quer sempre o melhor para o seu filho”, essa foi a definição dada pelo prefeito Emanuel Pinheiro, ao lado da primeira-dama Márcia Pinheiro, para a entrega de mais 80 cartões do programa “Bem Morar – A Prefeitura reforma a sua casa”. O ato aconteceu na noite de quarta-feira (06) e beneficiou moradores do bairro Planalto. O programa, idealizado pela primeira-dama, integra as ações realizadas pela gestão municipal visando levar qualidade de vida à população.

“Sei que existem muitas pessoas que precisam desse apoio da Prefeitura de Cuiabá e esse é apenas o começo. Vamos continuar trabalhando, pois é missão da nossa administração pública, investir em bem-estar social. Não vamos medir esforços para fazer Cuiabá uma cidade melhor para se viver ao lado do bem mais precioso de cada pessoa, que é a família”, disse o prefeito.

Emocionado sem esconder tamanha satisfação de ter sido um dos contemplados, Odenir Pereira, ao receber o cartão definitivo fez questão de agradecer ao prefeito. “O meu prefeito é o Emanuel Pinheiro, que fala e cumpre. Ele realmente ajuda quem mais precisa. A Prefeitura de Cuiabá tem realmente feito aquilo que anuncia, que é trabalhar e cuidar da gente”, declarou o contemplado.

Já são 120 famílias da região Leste atendidas pelo programa, sendo que 40 estão com as obras em andamento. Os beneficiados recebem um crédito que vai de R$ 2 a 12 mil reais, totalmente gratuitos para a realização de reparos nas residências. O valor repassado é calculado a partir das necessidades apontadas no projeto e deve ser destinado 25% para mão de obra e 75% para aquisição de material de construção civil. O recurso para atender a demanda é oriundo da Fonte 100 do Município.

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Nesta primeira edição, moradores de cinco bairros da Capital, com regularização fundiária em dia e que se encontram dentro de Zonas Especiais de Interesse Social (ZEIS) foram inclusos na ação. São eles: Vale do Carumbé, Planalto, Altos da Glória, Jardim Umuarama e Três Barras. A atividade acontece com base no projeto de Lei de nº 6.380 de 18 de abril de 2019, aprovado por unanimidade pela Câmara Municipal de Cuiabá.

Dona Lenir da Rocha, 71 anos, que é uma das fundadoras do bairro Planalto, disse que se não fosse o prefeito Emanuel Pinheiro não teria condições. “Vou fazer de tudo na minha casa. Parece que estou vivendo um sonho. Acredito que o prefeito esteja no caminho certo”, destacou ela.

“Este programa é um sucesso e os bons resultados estão sendo constatados. Estamos trabalhando para melhorar a quantidade de habitações, mas principalmente a qualidade, exatamente o que diz a Constituição Federal: moradia digna. E é isso que o prefeito briga e impõe: condição de cidadão!”, comentou o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Air Praiero.

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O programa pioneiro se inicia com beneficiários residentes na região Leste da Capital, mas o prefeito Emanuel Pinheiro afirmou que o objetivo é expandir o “Bem Morar” para todas as regiões de Cuiabá. Serão 300 famílias beneficiadas.

A avaliação da situação do imóvel é feita por equipe de professores do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que identifica as necessidades de melhorias e elaboram um projeto para a obra.

“A minha gestão é popular. É voltada para quem depende da Prefeitura de Cuiabá, do poder público, de um prefeito que olhe para as pessoas, que olhe para os mais carentes, que busque a justiça social, a inclusão social, que olhe para quem merece uma vida digna e com qualidade, com valorização, com humanização. Sou prefeito dos 700 mil cuiabanos, mas os mais carentes, os menos favorecidos são prioridades para mim e para a minha gestão, porque são os que mais precisam de mim como prefeito e os que mais precisam dos serviços da Prefeitura de Cuiabá”, concluiu Pinheiro.

 

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Fim do Vazio Sanitário: produtor deve ter cautela para iniciar o plantio, orienta Aprosoja

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Produtores rurais estão autorizados a plantar soja em Mato Grosso. Termina o Vazio Sanitário da Soja no Estado, após três meses de vigência. Para Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) mesmo com a liberação, produtores precisam ser cautelosos para iniciar o plantio devido as atuais condições climáticas. O período proibitivo existe há 14 anos e é uma das medidas fitossanitárias mais importantes para a prevenção e controle da ferrugem asiática na oleaginosa.

Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Antonio Galvan, ressalta a importância de o produtor estar atento ao iniciar o plantio, já que o Estado passa por um longo período de estiagem. Conforme as previsões do Projeto AproClima, as chuvas só devem acontecer na última semana de setembro, em Mato Grosso. Cautela é o melhor caminho, afirmou o presidente.

“Se tem uma coisa que o produtor rural tem é otimismo, mas nossa orientação se baseia na cautela, já que meteorologistas falam do período um pouco tardio das chuvas, principalmente este mês de setembro. Não coloque agora as duas culturas em risco (soja e milho), é preciso cautela e esperar a chegada das chuvas”, orientou.

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Galvan lembra que a entidade tem lutado e apoia integralmente o Vazio Sanitário da soja. “Incansavelmente temos lutado para manter esse período e o apoiamos, inclusive, livre de qualquer tipo de pesquisa que tenha soja. O defendemos desde a criação em 2006 e continuaremos lutando para que o vazio exista em sua totalidade”, reforçou.

Ferrugem Asiática – A ferrugem asiática da soja ocasiona perdas em torno de 20% ao ano, provocando a desfolha precoce da planta e impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma doença de importância econômica.

Vazio Sanitário – O Vazio Sanitário foi instituído pela Instrução Normativa conjunta nº 002/2015, entre a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT).

Clima safra 20/21 – De acordo com o professor PhD em Meteorologia pela Universidade de Wisconsin (USA), Luiz Carlos Molion, as chuvas na safra 2020/2021 devem ficar dentro da média. “Produtores rurais não precisam ter pressa para o plantio da safra 2020/2021, embora as chuvas possam atrasar um pouco, pode-se esperar um volume maior de água para o início de 2021, mas no geral estará na média. Não precisa se preocupar com chuvas nessa safra”, pontuou durante palestra online promovida pela Aprosoja.

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