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Cidades

Maioria em MT é do sexo feminino, solteiro e com segundo grau

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Maioria tem entre 25 e 59 anos, segundo dados do TSE; número de eleitores aumentou desde 2016
As mulheres configuram a maior parte do eleitorado mato-grossense, segundo dados estatísticos disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e consultados pela reportagem.

Do total de 2.317.102 eleitores aptos a votar, 50,7% (1.173.749) são do sexo feminino.

O recorte ainda aponta que, do total de mulheres, a maioria tem entre 25 e 59 anos e é solteira (26,51%). Apenas 14,3% das eleitoras são jovens, com idade entre 16 e 24 anos. O número de mulheres casadas que votam nessa eleição é de 435.936 (18,8%), conforme o levantamento.

De uma forma geral, entre homens e mulheres, a maior parte dos eleitores do Estado é solteira, segundo o TSE, totalizando 1.288.134 pessoas (55,6%).

Quanto ao grau de instrução, a maioria dos eleitores relatou ter o ensino médio completo (23,81%) ou o ensino fundamental incompleto (23,44%), enquanto parte sabe apenas ler e escrever (7,71%). Do total, apenas 301.346 (13%) declararam ter completado o ensino superior.

Evolução do eleitorado

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Conforme o TSE, desde 2016 – quando foi realizada a última escolha de prefeito nos 141 municípios do Estado –, o número de eleitores no Estado aumentou apenas 2%, o que representa 48.092 novos eleitores.

Os dados da Justiça Eleitoral apontam, ainda, que quase 82% dos eleitores aptos a votar já possuem o cadastro biométrico, ainda que, por conta da pandemia da Covid-19, não haverá identificação biométrica nessas eleições.

Nestas eleições, 205 travestis e transexuais poderão usar o nome social no momento da votação. A prerrogativa para mudar seu nome no título de eleitor consta em resolução publicada pelo TSE em 2018.

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Por:LISLAINE DOS ANJOS/ Midianews

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Cidades

Sepultamentos em SP crescem; setor vê risco de faltar caixão

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A média de enterros e cremações nos cemitérios de São Paulo na última semana (221 por dia) cresceu 11% na comparação com os da semana de 11 a 17 de fevereiro (196), segundo o Serviço Funerário. Em relação à semana de 18 a 24 de fevereiro, a alta é de 9,5% (média diária de 200). A Prefeitura diz que os números estão na média: entre 240 no verão e 300 no inverno.

Na capital paulista, representantes do setor não veem explosão de enterros, mas dizem que há redes em outras cidades “perto do colapso”. A demanda maior de sepultamentos e a falta de matéria-prima para caixões, como aço e MDF, preocupam. A Associação dos Fabricantes de Urnas do Brasil vê risco de desabastecimento nacional de caixões.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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