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Maioria das empresas não está pronta para a Lei de Proteção de Dados

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Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Maioria das empresas não tem como atender à Lei de Proteção de Dados

A popularização da Internet, o aumento do controle de empresas de tecnologia sobre os dados pessoais e os consequentes escândalos de falta de segurança de privacidade e coleta, uso e compartilhamento inadequado dessas informações obrigaram os governos a criar leis específicas sobre o universo online.

No Brasil, houve a criação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), aprovada em agosto de 2018 pelo então presidente Michel Temer. A lei está prevista para entrar em vigor em agosto de 2020, porém, a maioria das empresas ainda não se considera pronta para atender às novas regras. É o que revelou uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (8) pela Serasa Experian.

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A LGPD regulamenta como organizações – empresas, bancos, órgãos e companhias públicas, entre outros – deverão coletar e tratar informações pessoais de clientes e usuários, estabelecendo direitos, exigências e procedimentos nessas atividades. Além dela, em julho passado o presidente Jair Bolsonaro (PSL) aprovou a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). O órgão federal deverá, entre outros papeis, garantir que as regras da LGPD sejam cumpridas por instituições públicas e privadas do país.

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O espaço de dois anos entre a aprovação e a data em que a lei deve entrar em vigor foi determinado para que as empresas possam adaptar suas estruturas e métodos de trabalho para cumprir com as novas exigências da legislação. Apesar do prazo, 85% das empresas brasileiras afirmam ainda não estar preparadas para garantir os direitos e deveres da LGPD, de acordo com o levantamento da Serasa .

A maioria pretende estar pronta em até um ano, diz o relatório, o que significa que as empresas acreditam que estarão atuando conforme as regras quando a lei começar a valer. A pesquisa foi realizada em março passado e entrevistou executivos de 508 companhias de 18 áreas de atividade, com diferentes portes e segmentos, em todas as regiões do país.

Com a chegada da lei, 72% das companhias com mais de cem funcionários pretendem contratar uma pessoa de mercado especializada, consultoria ou assessoria de modo a facilitar o cumprimento da legislação.

Mesmo com a adaptação, quase 73% das companhias entrevistas pela Serasa esperam que a LGPD cause algum impacto, ou um impacto muito significativo, na atual infraestrutura de tecnologia de informação.

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A partir do meio de 2020, qualquer instituição (pública ou privada) que armazenar dados de seus clientes ou usuários, mesmo  informações simples como nome e e-mail, deve seguir os procedimentos previstos na nova lei. Aqueles que desrespeitarem as exigências estarão sujeitas a uma multa de até R$ 50 milhões.

Na Europa há uma legislação semelhante, chamada Regulamento Geral de Proteção de Dados na União Europeia, ou GDPR, na sigla em inglês. A lei entrou em vigor em todo o bloco europeu em maio de 2018, também depois de dois anos da sua criação, em abril 2016, prazo dado para adaptação das instituições (públicas e privadas) no continente.

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Da mesma forma, trata-se de uma série de novas exigências que visam proteger a privacidade de dados dos cidadãos europeus. A lei define como empresas que atuam no continente e órgãos públicos nos países europeus devem coletar, armazenar, usar e compartilhar dados pessoais da população. 

Fonte: Agência Brasil

Fonte: IG Tecnologia
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Ok, Google! Nubank, Rappi, iFood e Banco do Brasil chegam ao Assistente

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Google Assistente ganha novos recursos


Desde quarta-feira (05) o Google Assistente começou a reconhecer marcas como Banco do Brasil, Nubank, iFood e Rappi . Desta maneira, o assistente virtual pode realizar serviços bancários e de delivery, sendo possível efetuar desde uma transferência bancária até mesmo pedir uma refeição via comando de voz.

Além de ter acesso ao Google Assistente , é necessário possuir o aplicativo em que se gostaria de realizar o serviço baixado. O passo a passo ainda é o mesmo de outras operações com o assistente e basta dizer “Ok, Google…” e completar com o que você deseja fazer. No caso do iFood ou Rappi é possível falar, por exemplo: “Ok Google, acompanhar meu pedido no (aplicativo)” que a tela será direcionada para o mapa de rastreamento do delivery do programa.

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Com o Nubank e Banco do Brasil , o recurso torna possível realizar transferências bancárias , consultas de saldos de conta, faturas de cartão de crédito e pagamentos. A lógica é a mesma dos aplicativos de comida, sendo apenas necessário falar “Ok Google, quero ver o saldo no (banco)”, por exemplo.

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A parceria entre Google Assistente e essas empresas parece ser o começo de uma ampliação para outros segmentos. “Em um primeiro momento, contamos com esses quatro parceiros, mas reforçamos que é uma tecnologia aberta, que qualquer desenvolvedor de aplicativos no sistema Android poderá implementar em seus serviços”, afirma Walquiria Saad, líder de parcerias de produto para o Google Assistente no Brasil, por meio de nota divulgada à imprensa.

Fonte: IG Tecnologia
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