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Luíza Tomé capricha no decote e exibe corpaço os 57 anos

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Luíza Tomé caprichou no maiô
escolhido para aproveitar a piscina. Nesta segunda-feira (22), a atriz
de 57 anos posou com um modelo preto, com recortes nas laterais e um decote generoso.

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Luíza Tomé arranca suspiros com foto nas redes sociais
Reprodução/Instagram

Luíza Tomé arranca suspiros com foto nas redes sociais

“Um mergulho pra começar bem a semana. Beijos e uma semana de glórias para todos”, escreveu Luíza Tomé
na legenda da imagem em que ela aparece fazendo pose dentro da piscina.

Nos comentários, os seguidores da atriz não pouparam elogios. “Está gata Luíza, a foto ficou ótima”, disse um seguidor. “Nossa senhora da mulher bonita”, escreveu outro fã da musa.

Esta já não é a primeira vez que Tomé aparece nas redes sociais mostrando que está com tudo. Recentemente, ela já havia publicado uma foto com outro modelito de maiô recortado e, é claro, foi muito elogiada por seus fãs.

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Em outra ocasião, Luíza aproveitou para postar foto com a barriguinha negativa. A imagem alcançou mais de 3 mil likes e, nos comentários, novamente os seus seguidores elogiaram a boa forma dela. “Muito linda”, escreveu um. “Sempre linda”, opinou outro. “Uau, que corpo”, elogiou um terceiro.

Luiza Tomé nas telinhas


Luíza Tomé
Reprodução/Instagram

Luíza Tomé

Depois de ter participado de “Apocalipse”, na Record, Tomé relembrou no “Superpop” uma polêmica com Lauro César Muniz, autor de “Máscaras”, em 2012.  No Twitter, Tomé tinha criticado a sua personagem e pediu para sair, alegando se sentir “humilhada”. Retomando o assunto anos depois, a artista foi assertiva sobre o caso: “nunca pegue uma taça de vinho e pegue um telefone, porque você fala o que não deve”, revelou.

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Segundo Tomé, ela não estava se sentindo muito feliz e chegou em casa triste com toda a situação acreditando que Muniz não estava escrevendo o personagem com empolgação para ela. “Estava começando a usar redes sociais e fiquei louca, achado que estava falando com o meu melhor amigo e era o Twitter”, recordou Luíza Tomé
.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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