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Política

Luis Claudio celebra 40 anos do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFMT

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O vereador Luis Claudio (PP) homenageou alunos, professores e profissionais do curso de Engenharia Sanitária e Ambiental&nbsp da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), durante sessão solene nesta quarta-feira (10), em celebração aos 40 anos de existência do curso que já formou 755 profissionais no Estado.
Criado em 1978, o curso de Engenharia Sanitária e Ambiental&nbsp faz parte da Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Tecnologia (Faet) da UFMT e ocupa a 15ª posição dos&nbsp melhores cursos no país. Por essa razão, segundo Luis Claudio, é importante valorizar não apenas o curso, mas os profissionais que fizeram dele uma referência.
Ao todo, foram homenageadas 60 pessoas, que receberam uma Moção de Aplausos como reconhecimento da importância dessa profissão, responsável por promover a saúde, cuidar do meio ambiente, da sociedade e dos municípios, uma vez que a maioria dos problemas ligados à saúde pública são relativos a problemas sanitários.
&nbsp“Com base no reconhecimento da importância desse tripé ambiental, social e econômico da profissão, eu dou as boas vindas a todos. A sociedade precisa entender quem é o engenheiro sanitarista e o que ele pode promover na prevenção e da promoção da saúde dos nossos munícipes. Por isso, são merecedores, por esses 40 anos de serviços prestados”, afirmou.
Um dos homenageados foi o chefe do departamento de Engenharia Sanitária, professor mestre Tadeu José Latorraca, que fez questão de destacar a história do curso. Ele&nbsp lembrou que inicialmente foi ofertado apenas curso de especialização, que depois se transformou em curso de formação superior.
“Começamos com a Engenharia Sanitária, mas em 2000 foi criada a Ambiental junto, que é o curso que conhecemos hoje. Isso&nbsp agregou valores e atendeu um chamado do mercado, que requer essa classificação para tratar das questões ambientais, como poluição, contaminação do solo, da água e do ar, por exemplo”, disse.
Ainda segundo o professor, houve muita evolução no curso com a qualificação dos professores e melhoria da estrutura. “Celebramos o jubileu de rubi e contamos com um grupo dentro da universidade que vem se dedicando muito e melhorando as condições de ensino e colocando o curso em posições avantajadas dentre as universidades federais. Por isso, nada melhor do que homenageá-los ”, disse.
Também homenageada, a professora doutora Margarida Marcheto, diretora da Faet, agradeceu o reconhecimento e destacou a importância da profissão em prol da saúde pública. Segundo ela, de cada R$ 1 investido em saneamento se economiza R$ 10 em saúde pública.
“É um profissional fundamental para todas as cidades, porque todo o gestor precisa de um profissional que se preocupa com questões relativas a saneamento, ao&nbsp monitoramento da&nbsp água, esgotamento sanitário, a coleta e disposição&nbsp dos resíduos. É um profissional que tem um espectro muito amplo. Aquilo que o médico faz no varejo, nós fazemos no atacado: que é cuidar da qualidade de vida da população”, encerrou.

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Lei institui fila única para cirurgia bariátrica em MT

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Com a publicação da Lei 11.290/21, no Diário Oficial do estado no dia 12 de janeiro, Mato Grosso passa a oferecer fila única para pacientes que necessitam de cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

 

De autoria do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), a medida vai reordenar o atendimento desse tipo de cirurgia que poderá ser feito mediante fila única, englobando todos municípios num cadastro único que garanta o acesso igualitário aos pacientes, independente do local da sua residência.

Dessa forma, a Secretaria de Estado de Saúde deverá regulamentar e a operacionalizar a nova lei, inclusive quanto aos critérios à prioridades emergenciais que possam ser adotadas.

 

Botelho justifica que essa lei atende à Portaria nº 492, do Ministério da Saúde, bem como garante o acesso da população à cirurgia, com total controle e atualização da fila de espera para dar maior agilidade no atendimento. Relata que, somente no Brasil, estudos apontam que 80 mil a 100 mil mortes são decorrentes de doenças associadas ao excesso de peso.

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Indivíduos com a chamada obesidade mórbida apresentam grande risco de adoecer e morrer precocemente. Além disso, a qualidade de vida dessas pessoas é muito prejudicada. Destaca que a obesidade mórbida é um problema de saúde pública, pois cada vez mais pessoas sofrem dessa doença e a cirurgia bariátrica pode ser utilizada nesses casos.

 

“Essa lei proporcionará melhor atendimento aos cidadãos mato-grossenses que tanto necessitam de qualidade de vida e poderão ter acesso ao tratamento de forma justa e igualitária”, afirma o parlamentar.

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