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“Lugar de Food Truck” é na rua”, é a proposta dos empresários desse segmento em Cuiabá

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Agrupados hoje (6) na galeria do legislativo, à espera da aprovação de projeto de lei que beneficia a categoria, os empreendedores do setor afirmaram não ser concorrentes das classes trabalhadoras convencionais. Frisaram que apenas buscam regulamentação junto ao Executivo para exercer atendimento com qualidade e em conformidade aos critérios legais vigentes na área comercial
Projeto do “Food Truck”, já apresentado pelo vereador Vinicyus Hugueney, popular Clovito (filho), voltou à pauta do Legislativo nesta quinta-feira (4), com expectativa de aprovação pelos empreendedores desse segmento. Trata-se, conforme explicou o presidente da Associação de Food Trucks do Estado de Mato Grosso, Fúlvio Figueiredo (da popular “Espeto de Gato”), de um anseio coletivo da categoria. Ele informou que a Food Truck conta com 48 associados oficiais em Cuiabá. “É uma atividade que não confronta o comércio comum na área gastronômica, pois é itinerante. Nosso objetivo é atuar devidamente legalizados, autorizados pela Prefeitura. Motivo pelo qual o vereador apresentou esse projeto, que – caso seja aprovado – vai passar pela sanção do prefeito da capital”.
Fúlvio disse que o desejo coletivo da categoria é trabalhar sem qualquer temeridade de represálias da fiscalização municipal. “Seria ótimo desenvolvermos nossas atividades em lugares distintos, onde estariam afixadas placas devidamente autorizadas pelo município. Isso depende do processo buscado junto aos parlamentares municipais, a regulamentação do Food Truck em locais diversos da cidade, independente de os mesmos estarem sediando eventos. Não apenas queremos, mas precisamos dispor desse espaço e dessa licença de trabalho, sem nenhum receio de sermos interpelados e ficar expostos a uma situação de clandestinidade comercial. O livre comércio de Food Truck já acontece normalmente nas grandes capitais do País, a exemplo de Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo. Caso nosso projeto seja implementado também em Cuiabá, passaríamos a compor esse quadro de empreendedores legalmente autorizados pelo município a exercer suas funções”.
Atualmente, asseverou o dirigente da entidade, os empreendedores trabalham de forma nitidamente apreensiva, apesar da lisura das atividades desenvolvidas no dia a dia da comercialização de comidas. Isso sucede porque não dispõem da legalização expedida pelo Executivo, apoiada por vários vereadores. “As Pastas de Meio Ambiente e Vigilância Sanitária estão sempre vigilantes, impedindo-nos de comercializar os produtos gastronômicos em lugares públicos. Cumprem, afinal de contas, o seu trabalho, não contestamos essas ações. Porém, com a regulamentação da lei, poderemos atuar francamente livres de tal exposição fiscalizadora, por vezes humilhante, como se estivéssemos fazendo algo ilícito. Vamos atuar convictos de que o hoje e amanhã serão dias normais de trabalho, sem ninguém para dizer um “não podem trabalhar aqui”, exemplificou.
Segundo explanou o vice-presidente da associação, Caito Maia (“Dom Catito Home Pizza”), a proposta do “Food Truck” é ofertar uma comida de qualidade, devidamente higienizada, e com preços acessíveis. a todas as classes. “Mesmo porque essa proposta não é novidade no âmbito nacional, sendo uma atividade corriqueira praticada nas maiores cidades do País, e muito bem aceita, por sinal. O estranho, no caso, é Cuiabá ainda não dispor de um dispositivo tão importante e gerador de renda e empregos diretos e indiretos. A regulamentação do Food Truck vai incidir positivamente na arrecadação de impostos, flexibilizando grande parte do cenário econômico do município. Queremos contribuir, recolher os impostos devidos, e trabalhar dignamente. É uma proposta justa, ora em trâmite no Legislativo e com sinalizações de aceitação (sanção) por parte do Poder Executivo. Significa, em resumo, uma bandeira verde e de caráter progressista ao comércio”.
Em decorrência do impasse que vivenciam pela (ainda) não aprovação do projeto de lei, os empreendedores têm se virado como podem, trabalhando mais em condomínios fechados, eventos e feiras. Os dirigentes da associação sublinharam que a população local e pessoas em trânsito demonstram visível curiosidade para conhecer os produtos que comercializam, além de saber mais um pouco sobre eles mesmos. “Nossos carros são personalizados, alguns nitidamente artísticos, associados a um traço cultural predominante em cada canto de Cuiabá. Basta nossa presença num determinado evento para mobilizar um grande número de pessoas que querem se alimentar e, também, nos conhecer. Perguntam tudo, a começar como surgiu essa ideia, qual é a produtividade, percalços do trabalho, etc. E assim fazemos novos amigos e seguidores espontâneos. E quando as placas de autorização de funcionamento forem disponibilizadas, vai facilitar nosso trabalho e dos fiscais, equivalendo a uma espécie de atestado de aprovação do município”.
João Carlos de Queiroz – Secretaria de Comunicação Social – CMC

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Países usam incêndios para tentar prejudicar o Brasil, diz Bolsonaro

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Os incêndios florestais na região amazônica podem ser usados para prejudicar o setor do agroneócio do Brasil, disse hoje (22) o presidente Jair Bolsonaro, durante live semanal no Facebook. Ele destacou que o governo trabalha para mitigar o problema e pediu que as pessoas ajudem a denunciar práticas criminosas na área.

“Alguns países aproveitam o momento para potencializar as críticas contra o Brasil para prejudicar o agronegócio, nossa economia, recolocar o Brasil numa posição subalterna”, afirmou. O presidente criticou manifestações estrangeiras sobre o assunto. “Um país agora, sem dizer o nome aqui, falou da ‘nossa Amazônia’, teve a desfaçatez de falar ‘a nossa Amazônia’, está interessado em um dia ter um espaço aqui na nossa Amazônia para ele”, disse.

Live_bolsonaro_22.08.2019

Live semanal do presidente Jair Bolsonaro – Reprodução/Redes sociais

Minutos após terminar a live, Bolsonaro mencionou, pelo Twitter, postagem do presidente francês, Emmanuel Macron, sobre as queimadas na Amazônia. Segundo Bolsonaro, Macron postou uma foto desatualizada de queimada na região. “Lamento que o presidente Macron busque instrumentalizar uma questão interna do Brasil e de outros países amazônicos para ganhos políticos pessoais. O tom sensacionalista com que se refere à Amazônia (apelando até p/ fotos falsas) não contribui em nada para a solução do problema. O Governo brasileiro segue aberto ao diálogo, com base em dados objetivos e no respeito mútuo. A sugestão do presidente francês, de que assuntos amazônicos sejam discutidos no G7 sem a participação dos países da região, evoca mentalidade colonialista descabida no século XXI”, escreveu o presidente brasileiro.

Na publicação no Twitter, o presidente da França classificou os incêndios na Amazônia de “crise internacional” e pediu que os líderes do G7 tratem urgentemente do tema. “Nossa casa está queimando. Literalmente. A floresta amazônica, pulmão que produz 20% do oxigênio do nosso planeta, está em chamas. Isso é uma crise internacional. Membros do G7, vamos discutir essa emergência de primeira ordem em dois dias”, tuitou.

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O próximo encontro do G7, que reúne os presidentes de EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Canadá e Japão, será realizado neste fim de semana, em Biarritz.

Queimadas criminosas

Durante a live, o presidente brasileiro admitiu que tem havido incêndios criminosos e que, segundo ele, isso pode significar uma tentativa de afetar a soberania brasileira sobre a Amazônia. Ele comparou os incêndios no Brasil a outros que acontecem anualmente em regiões como a Califórnia, nos Estados Unidos.

“Aqui tem o viés criminoso? Tem. Sei que tem. Quem que pratica isso? Não sei. Os próprios fazendeiros, ONGs, índios, seja lá o que for. Então, existe esse interesse em cada vez mais dizer que nós não somos responsáveis e quem sabe, mais cedo ou mais tarde, alguém decrete uma intervenção na região amazônica e nós vamos ficar chupando o dedo aqui no Brasil”, disse.

Bolsonaro também criticou parte da imprensa na cobertura sobre o assunto. Ele reforçou que o problemas decorrentes dos incêndios podem prejudicar a todos no país. “Nossa economia está escorada nas commodities. Se o mundo resolver nos retaliar, e a economia nossa bagunçar, todo mundo, inclusive vocês, repórteres, vai sofrer as consequências.”

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Por fim, o presidente fez um apelo aos fazendeiros da região que estejam ateando fogo em áreas florestais. “Há suspeita que tem produtor rural que está agora aproveitando e tacando fogo geral aí. As consequências vêm para todo mundo. Se vocês querem ampliar a áreas de produção, tudo bem, mas não é dessa forma que a gente vai conseguir atingir nosso objetivo.”

Bolsonaro ainda revelou ter recebido oferta de aeronaves para combater os incêndios por parte do presidente do Chile, Sebástian Piñera, e do Equador, Lenín Moreno.

Assista à integra da live do presidente no Facebook:

Edição: Juliana Andrade

Fonte: EBC Política
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