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Ludmilla sobre preconceito: “Tenho que ser três vezes melhor que uma branca”

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“A fama e o poder não me livraram”, diz Ludmilla, após tomar 2 litros e detonar o que está vivendo com esposa
Giovana Mori

“A fama e o poder não me livraram”, diz Ludmilla, após tomar 2 litros e detonar o que está vivendo com esposa

Fama, sucesso, dinheiro e, com tudo isso, a discriminação . Num desabafo, Ludmilla pede mais controle nas redes sociais por causa dos ataques que só aumentaram com sua projeção como cantora. Pronta para a briga, ela tem levado os casos para a Justiça, mas o preconceito fez com que ela diminuísse a exposição de sua vida na internet.

A discriminação aumentou com a fama. Através da música, conquistei um espaço que é, ao mesmo tempo, maravilhoso e problemático. Muita gente não aceita que uma mulher negra e pobre chegue a um lugar de destaque. Aprendi a duras penas ser mais reservada, a não expor o cotidiano da minha família. Até uns anos atrás, eu mostrava minha vida toda ali. Agora, pensando na minha saúde mental, exponho o mínino possível”, diz Lud à “Veja Rio”, para depois completar:

“A sensação é de que eu tenho que ser três vezes melhor que uma pessoa branca para ter meu talento reconhecido. É uma realidade bem triste, mas a minha arma é o microfone. Já vi gente que me xinga no Instagram, mas grava vídeo dançando minha música”.

A cantora acredita que um maior controle em relação aos usuários poderia tornar as redes um lugar mais saudável: “As redes se tornaram uma terra de ninguém, um prato cheio. Qualquer um pode comprar um chip de R$ 5, criar um perfil falso e sair destilando ódio. Na hora de criá-lo, deveria ser obrigatório, por exemplo, cadastrar o CPF. Muita gente deixa de cometer crimes porque sabe que pode ser preso. Já internet, quem ataca os outros tem certeza de que seguirá impune”.

Fonte: IG GENTE

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Pedro Nercessian não esconde a animação para a estreia de “O Silêncio da Chuva”

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Pedro Nercessian
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Pedro Nercessian


Após lançar o curta-metragem “Nada de Bom Acontece Depois dos 30”, do qual é protagonista, na 74ª edição do Festival de Cannes, na França,  Pedro Nercessian está na contagem regressiva para conferir o novo filme de Daniel Filho, “O Silêncio da Chuva”. É que, na adaptação do romance policial de mesmo nome de Luiz Alfredo Garcia-Roza, com exibição prevista para esta quinta-feira (23), ele dá vida a um agente.

“Eu estou muito animado com a reabertura dos cinemas. A mesma pipoca tem um sabor diferente dentro de uma sala de projeção. É a magia de ver uma história com outros espectadores. Em tempos de internet tão agressiva, estar lado a lado de verdade é uma atividade de utilidade pública. As pessoas precisam voltar a se ver para rir e chorar juntas”, manifestou-se o artista carioca, que até o fim do ano será visto no longa “Medida Provisória”.

O elenco ainda conta com Lázaro Ramos, Cláudia Abreu, Mayana Neiva, Otávio Müller e Thalita Carauta.


Fonte: IG GENTE

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