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Política

Lúdio avalia mudança de comportamento de Bolsonaro e diz que Brasil vive distopia

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A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que anulou condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), já provocou mudanças no comportamento do Governo Federal, na avaliação do deputado estadual Lúdio Cabral (PT).

Em entrevista nesta sexta-feira (12), o parlamentar comentou que a determinação é importante e “retoma o estado de direito no país”.

Para ele, o Brasil vive uma distopia inaceitável. Com a anulação de três condenações, o ex-presidente teve seus diretos políticos retomados e é cotado para disputar a presidência da República em 2022.

“Ela produziu efeito no governo federal. O discurso que o Lula fez na quarta já fez com que o presidente Jair Bolsonaro usasse máscara, se reunir com executivos da Phizer e pedir para acelerar o acesso da vacina no Brasil. É um efeito colateral benéfico da decisão do Supremo em relação ao ex-presidente Lula”, disse em entrevista ao programa Cidadão Consumidor.

Lúdio ainda lembrou que na epidemia de H1N1 o então presidente Lula foi vacinado pelo governador de São Paulo, José Serra. Para ele, o Brasil era civilizado e hoje se tornou uma distopia. Ele simplifica que, em 2009, em 90 dias, o Brasil vacinou 80 milhões de pessoas contra o H1N1. As doses foram produzidas pelo Instituto Butantan.

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“É uma distopia, uma situação inusitada e inaceitável que vivemos no Brasil nessa pandemia. Tem o presidente da República confrontando o governado do Estado, a eficácia de uma vacina. Isso durante todo o segundo semestre do ano passado. Isso não nos permitiu ter recebido ainda no segundo semestre do ano passado o recebimento de 50 milhões de CoronaVac, produzida na China”.

Para o petista, a vacina se tornou uma briga política que nada se importa com a vida da população. Desde que a pandemia chegou ao país, em março de 2020, o presidente Bolsonaro menospreza as mortes e mínima a agressividade do novo coronavírus, que há desenvolveu várias variantes pelo mundo.

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Política

Governo autoriza vacinar professores após forças de segurança

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O governador Mauro Mendes (DEM) autorizou a reserva de 10% das vacinas contra a covid-19 que o Estado receber para a imunização dos profissionais da educação das redes públicas e privadas. A informação é do secretário-chefe da Casa Civil, Mauro Carvalho. Segundo Carvalho, a decisão ocorreu na manhã desta segunda-feira (12) durante reunião com os secretários de Saúde, Gilberto Figueiredo (Saúde), e da Educação, Alan Porto.

“Estamos fazendo um ofício para a Secretaria de Saúde, solicitando que após a vacinação dos profissionais das forças de segurança, que também sejam imunizados os profissionais da educação”, disse durante entrevista ao programa Tribuna da rádio Vila Real FM.

A decisão tem por base a pressão por parte dos deputados estaduais e do Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep). Isso porque na semana passada, os deputados aprovaram em 1ª votação a educação como serviço essencial na pandemia. Caso seja aprovada em 2ª votação, as aulas presenciais poderão retornar.

Com isso, muitos deputados cobraram que os professores entrassem na lista de prioridades para a vacinação no Estado, já que o retorno das aulas está em votação.  O projeto de retorno às aulas garante que a rede privada pode voltar com as aulas presenciais. Já  na rede pública poderia ocorrer de maneira virtual, até que se criem as condições para o retorno presencial.

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O Sintep chegou ameaça greve em fevereiro, caso o governo determinasse o retorno das aulas presenciais. Atualmente as aulas continuam remotas e o governador Mauro Mendes (DEM) aprovou na Assembleia um projeto para a compra de notebooks e o auxílio internet para mais de 15 mil professores da rede pública estadual.

O valor depositado aos professores é de até R$ 6.020. Os profissionais terão que comprovar a compra dos computadores e a assinatura da internet.

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