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Luana Piovani fala sobre celulite e rebate críticas: “Não estou nem aí”

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Sem medo de críticas, Luana Piovani fala sobre celulite tranquilamente em suas redes sociais. Nesta quarta-feira (24), a atriz
resolveu usar sua conta no Instagram para responder algumas questões de seus seguidores. Através da opção Stories, a apresentadora falou sobre seu corpo e celulites, sexo e sua mudança para Portugal.

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Luana Piovani fala sobre celulite
Divulgação

Luana Piovani fala sobre celulite

Após ser clicada por um paparazzo em uma foto e ganhar repercussão na web sobre seu corpo, Luana Piovani fala sobre celulite
 no Instagram: “O pessoal está perguntando sobre como eu me sinto de ser bombardeada e criticada e fala sobre as fotos que fizeram de mim ontem, quando eu estava na praia”, começou ela.

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“Nas fotos, eu estou, entendam o que estou falando, ‘gordinha’, porque estou acima do meu peso um ‘cadinho’, e com as minhas celulites todas expostas. Eu queria dizer, gente: que eu ‘cag*ei’. Não estou nem aí”, continuou a apresentadora.

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Sem medo de falar o que pensa a artista ainda falou que isso não faz diferença para ela já que não precisa de seu bumbum para viver. “Eu não to chipada, não tenho 20 anos e não vivo da minha bunda. Tudo certo”, ressaltou.

Piovani também disse que gosta de seu corpo como ele é. “Esse corpo aqui é o meu templo, ele me serve. Eu sou completamente apaixonada por ele. Estou fazendo uma mudança de país com três filhos pequenos, estou louca, ansiosa… e estou trabalhando bastante”.

E ainda explicou: “O que significa que eu não estou com tempo disponível para malhar, fazer o aeróbico, essas coisas todas que a gente faz para ficar com o corpinho melhor. Eu sou natural, real, e eu acho isso incrível. Então, tudo bem”, afirmou.

Em meio as respostas, Piovani ainda revelou quando vai se mudar do Brasil em “janeiro do ano que vem” e escolheu o país por ter se identificado com o mesmo. “Me apaixonei por Portugal e pela gentileza dos portugueses”.

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Luana Piovani sobre festinhas com Pedro


Intimidades de Luana Piovani e Pedro Scooby expostas nas redes sociais
Reprodução/Instagram

Intimidades de Luana Piovani e Pedro Scooby expostas nas redes sociais

Em meio aos posts em que  Luana Piovani fala sobre celulite
, a atriz ainda afirma que tem festinhas no céu com Pedro Scooby duas ou três vezes na semana. Os dois são um verdadeiro exemplo de casal moderno que não tem medo de expor seus momentos íntimos nas redes sociais.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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