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Lori Loughlin e marido se declaram inocentes em caso de fraude em universidades

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Depois de serem acusados de pagar US$ 500 mil (cerca de R$ 1,9 milhões) de suborno para que as duas filhas pudessem frequentar a University of Southern California, Lori Loughlin e o marido, Mossimo Giannulli, se declararam inocentes à Justiça norte-americana.

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Lori Loughlin e o marido, Massimo Giannulli, com as filhas Olivia e Isabella
Reprodução/Instagram

Lori Loughlin e o marido, Mossimo Giannulli, ao lado das filhas Olivia e Isabella


De acordo com o The Hollywood Reporter
, Lori Loughlin
desistiu de tentar um acordo com a promotoria e, caso seja condenada com o marido, os dois podem pegar até 20 anos de prisão
. Os dois foram acusados de lavagem de dinheiro, além de cometerem fraudes por correspondência.

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Olivia Jade dirigindo um carro
Reprodução/Instagram

Olivia Jade, filha de Lori Loughlin


Também acusada no processo, a atriz Felicity Huffman se declarou culpada. A estrela de “Desperate Housewives” pagou US$ 15 mil (R$ 57 mil) para que a filha mais velha, Sophia, pudesse ter uma nota satisfatória no SAT, uma das provas de admissão das universidades americanas. Neste caso, a celebridade pode ser obrigada a cumprir dois anos de prisão.

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Já de acordo com a revista People
, Olivia Jade, filha de Lori Loughlin
e Mossimo Giannulli
, também corre o risco de prisão se for provado que ela sabia de todo o esquema em que os pais se envolveram. Uma fonte disse à publicação que a influencer sabia de tudo, mas que “nunca teria concordado se achasse que isso aconteceria e que culpa seus pais por tudo o escândalo”.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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