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Economia

Limite de juros do cheque especial começa a valer

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Desde segunda-feira (6) os bancos só poderão cobrar taxa de juros de até 8% ao mês — ou 150% ao ano — no cheque especial para novas contas. Clientes antigos só serão abarcados pela nova regra a partir de 1º de junho. A alteração proposta pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) foi defendida por senadores como Eduardo Braga (MDB-AM), que considera a atual taxa “escandalosa”, e Zenaide Maia (Pros-RN), que defende, em uma proposta de emenda à Constituição (PEC 79/2019), um limite máximo de até três vezes a taxa Selic (hoje em 4,5% ao ano).

Fonte: Agência Senado

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Caixa Econômica Federal cortou pela metade a taxa de juro do cheque especial de 9,99% para 4,99%,

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(FOLHAPRESS) – A Caixa Econômica Federal cortou pela metade a taxa de juro do cheque especial em um momento em que Banco Central e governo vêm pressionando os grandes bancos brasileiros a repassar a queda da Selic para consumidores.

A taxa foi reduzida de 9,99% para 4,99%, segundo comunicado divulgado pelo banco nesta terça-feira (12).

Os 9,99% já eram mais baixos que os cobrados pelos bancos privados e fizeram parte de uma primeira rodada do banco público de corte de juros cobrados de seus clientes.

A taxa média do cheque especial é de 12,4% ao mês, a mais baixa do sistema financeiro. Já a Selic está em 5% ao ano, o menor patamar a história.

O custo do cheque especial pouco se mexeu desde que a taxa básica de juros entrou em queda.

Os bancos chegaram a lançar uma iniciativa de autorregulação em que ofereceriam um crédito alternativo para que o cliente pudesse trocar o cheque especial por um mais barato.

Ainda assim a inadimplência voltou a subir: estava em 15,6% em setembro, só menor que a do rotativo do cartão de crédito (36,1%).Para tentar reduzir a taxa de juros da linha, o Banco Central estuda permitir que os bancos cobrem tarifa para que o cliente tenha acesso ao cheque especial, o que hoje é proibido.

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Os bancos alegam que essa medida ajudaria a reduzir o custo da linha porque, atualmente, os clientes têm crédito disponível e não necessariamente pagam juros por esse valor. Isso significa que o dinheiro separado do banco não é remunerado. A medida faria com que toda a parcela destinada a linha serviria para remunerar instituições financeiras.

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