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Líder de barra brava do Boca Juniors é deportado ao chegar na Espanha

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Maxi Mazzaro é um dos líderes da torcida do Boca Juniors
reprodução / Twitter

Maxi Mazzaro é um dos líderes da torcida do Boca Juniors

Os torcedores de Boca Juniors e River Plate aos poucos vão chegando na Espanha, onde acontencerá a grande final da Libertadores 2018, mas pelo menos dois deles voltarão mais cedo para a Argentina.

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A Polícia Nacional espanhola divulgou nesta quinta-feira (06), que Maxi Mazzaro e outro torcedor do Boca foram detidos e serão deportados para a Argentina por falta de documentação necessária para entrar no país.

Conforme informou o Olé, Maxi é considerado o número 2 da barra brava, “La 12”, cujo número 1, Rafa di Zeo, foi proibido de deixar a Argentina rumo ao país onde acontecerá a final.


Maxi Mazzaro com a camisa do Boca Juniors
Reprodução / La Nacion

Maxi Mazzaro com a camisa do Boca Juniors

No comunicado, a Polícia Nacional da Espanha classifica Mazzaro, um dos líderes dos Xeneizes, como um dos mais significativos e perigosos barra bravas, com antecedentes criminais numerosos.

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Em entrevista ao jornal “Marca”, o diretor de Segurança em Espetáculos Futebolísticos do país, Guillermo Madero, afirmou que todos torcedores que tiverem antecedentes de homicído serão expulsos da Espanha.

“A polícia espanhola considerou que o barra brava Maximiliano Mazzaro é perigoso para a segurança e foi expulso; todo barra que viajar com antecedentes de homicídio será deportado pela Espanha”, disse o diretor.

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River Plate e Boca Juniors se enfrentam no próximo domingo (09), às 17h30, no estádio Santiago Bernabéu, em Madri, na Espanha.


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Em jogo conturbado, Vasco faz 1 a 0 no Fluminense e é campeão da Taça Guanabara

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Danilo marcou o gol do Vasco, campeão da Taça Guanabara
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Danilo marcou o gol do Vasco, campeão da Taça Guanabara

Uma confusão na final da Taça Guanabara, entre Vasco e Fluminense, marcou a rodada dos Campeonatos Estaduais. Desde o meio da semana as diretorias de ambos os clubes travaram uma batalha judicial pela utilização do setor sul do Maracanã.

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Na madrugada deste domingo (17), uma decisão judicial estabeleceu que a final da Taça Guanabara aconteceria de portões fechados pela falta de segurança. Durante o dia, o Vasco recorreu da decisão, mas o pedido foi rejeitado.

Com 30 mil ingressos vendidos antecipadamente, a torcida vascaína compareceu ao estádio para assistir ao jogo, mas os portões não foram abertos e assim que o juiz apitou o início da partida, parte dos torcedores tentou invadir o portão 10, exatamente no setor sul do Maracanã , e uma confusão generalizada aconteceu.

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Bombas e gás foram usados pela Polícia Militar para impedir que os torcedores entrassem no estádio. Houve correira e algumas pessoas se machucaram. Por volta dos 30 minutos do primeiro tempo, os torcedores foram autorizados a entrar no estádio. 

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Em relação ao jogo, o Fluminense foi quem mais assustou durante a partida. A primeira boa chance foi aos 39 minutos do primeiro tempo, quando Yony chutou forte e o goleiro Fernando Miguel defendeu com o rosto. Na volta do intervalo, Everaldo bateu muito forte e a bola passou a cima do gol de Fernando.

Aos 22 minutos, Pikachu chutou de fora da área para defesa de Rodolfo. Aos 35 minutos, depois de cobrança de falta de Danilo, a bola passou por todo mundo e entrou no gol, abrindo o placar no Maracanã.

No fim do jogo, com o auxílio do VAR, o atacante Luciano do Fluminense foi expulso pelo juiz.

Entenda como começou a confusão na decisão da Taça Guanabara


Torcedores do Vasco compareceram ao Maracanã, não conseguiram entrar no início da partida da final da Taça Guanabara e a confusão começou
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Torcedores do Vasco compareceram ao Maracanã, não conseguiram entrar no início da partida da final da Taça Guanabara e a confusão começou

Após vencer o Campeonato Carioca de 1950, o Vasco ‘ganhou o direito’ de ocupar o setor sul do Maracanã quando a equipe jogasse no estádio. A área era disputada porque não batia sol no período da tarde, momento que as partidas eram realizadas.

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Porém, em 2013 o estádio começou a ser administrado pelo Consórcio Maracanã e, num contrato assinado pelo Fluminense, a empresa assegurou que o setor sul seria utilizado pelo Tricolor carioca em jogos de mando de jogo da equipe.

Na decisão deste domingo (17), o mando de campo era do Vasco, dono da melhor campanha no primeiro turno, mas o Fluminense reinvindicou a utilização do espaço. O embrólio começou na terça-feira e desde então não houve acordo entre as diretorias.

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A sucessão de indecisões judiciais permitiu a entrada dos torcedores para a decisão da Taça Guanabara apenas aos 30 minutos do primeiro tempo e o problema do ‘setor sul’ ainda deve render mais discussões nos próximos dias.

Fonte: IG Esportes
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