conecte-se conosco


Entretenimento

Letícia Colin critica Silvio Santos e revela que já foi assediada

Publicado

No canal de Julia Faria no Youtube, a atriz Letícia Colin falou sobre a polêmica
envolvendo a cantora Claudia Leitte durante o “Teleton” e criticou o apresentador Silvio Santos
 em vídeo publicado nesta sexta-feira (23).

Leia também:  Uau! Letícia Colin posa nua em banheira com espuma e recebe elogios


Letícia Colin critica assédio sofrido por Claudia Leitte e revela que já foi assediada durante vídeo no canal de Julia Faria no Youtube
Reprodução/Youtube

Letícia Colin critica assédio sofrido por Claudia Leitte e revela que já foi assediada durante vídeo no canal de Julia Faria no Youtube

No vídeo, a apresentadora entrou no assunto da polêmica quando Silvio Santos negou um abraço de Claudia Leitte por se sentir “excitado”, e Letícia Colin
logo disparou. “É nojento né?. Neste momento, Faria falou sobre o episódio. “Aquilo me tocou de uma maneira brutal e avassaladora. E li comentários de mulheres que recriminam  a postura ou dizendo como ela deveria ter se defendido. Fiquei mais chocada ainda sobre como as pessoas conseguem julgar e dizer que errou, que deveria ter usado isso a seu favor”.

Leia também: Atrizes de “Segundo Sol” vão às ruas para conversas com eleitores indecisos

Leia mais:  Meryl Streep diz que ricos fazem “piada de mau gosto com todos nós”

A atriz continuou com sua opinião. “Imagino o que a Claudia sentiu ali. Coitada. Toda a minha solidariedade. E esse cara ele tem saber que está muito errado o que ele fez. É inadmissível. Mas acho que é chegar para esses caras com amor e precisão e dizer que tem a chance de mudar, é o momento de mudar. Também não é afastar, é trazer junto”, disse Colin.

Leia também: Segundo Sol” pecou nos protagonistas e compensou com os coadjuvantes

Ainda durante a conversa, a atriz  Letícia Colin
revelou que já foi vítima de assédio e falou como enfrentou a situação. “Fiquei muito irritada. Você fica no susto, tem um tempo que é uma ficha caindo. Não tá no seu dia a dia. É de uma raiva e revolta absoluta. E aí você vai se ligando. Quando você sente na pele ou vê com uma amiga muito próxima o choque é muito grande. É diferente de você ler ou pensar sobre. Mas quando você vivencia você fala: ‘caramba, a gente tem que estar unida mesmo, tem que entender o que é o feminismo”, disse ela.

Leia mais:  Grávida, Mulher Melão usa máscara no aeroporto

Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

Publicado

por

O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

Leia mais:  Campeã do “BBB 19”, Paula está namorando empresário: “Sou uma menina direita”

Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana