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Letícia Birkheuer sensualiza e exibe corpo sarado nas redes sociais

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Leticia Birkheuer posou  sensual
nas redes sociais. A atriz compartilhou nesta segunda-feira (22) em sua conta oficial do Instagram
uma foto ousada e arrancou muitos elogios de seus seguidores.

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Leticia Birkheuer sensualiza de biquíni nas redes sociais
Reprodução/Instagram

Leticia Birkheuer sensualiza de biquíni nas redes sociais


No clique, Leticia Birkheuer
está de biquíni e sensualizando deitada numa sacada de um prédio que tem uma bela vista da praia do Rio de Janeiro. “Bom dia! Boa segunda ! Sol no Rio!! Minha folga é hoje!”, escreveu ela na legenda da publicação.

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A modelo recebeu muitos elogios de seus fãs na rede social: “Gente essa menina desconhece o limite da beleza”, elogiou um seguidor. “Linda é pouco. Maravilhosa”, comentou outro. “Absurdamente linda, escreveu uma internauta. “Que mulher fantástica”, disse outro.

A modelo e atriz sempre compartilha nas redes sociais sua rotina com sua família e momentos na praia. Recentemente, Birkheuer publicou uma foto sensual em uma lancha e deixou seus cabelos ao vento para mostrar seu look de praia.

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Novo trabalho de Letícia Birkheuer


Letícia Birkheuer
Reprodução/Instagram

Letícia Birkheuer


O novo trabalho da atriz é no teatro. Birkheuer está no elenco da peça “Senhora dos Afogados” de Nelson Rodrigues. A peça conta a história de Moema, filha de Misael e D. Eduarda, que guardava um amor pelo pai e resolveu afogar suas irmãs mais novas no mar para não dividir a atenção do seu pai com elas.

“Senhora dos Afogados” já está em cartaz no Rio de Janeiro desde o começo deste mês. Ao lado da atriz, os atores Rafael Vitti, João Vitti, Nadia Bambirra Karen Junqueira, Alexia Dechamps , Jaqueline Farias e Du Machado estão no elenco da peça. 

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Letícia Birkheuer
fez sucesso nas novelas da Globo como “Belíssima”, que está no ar no “Vale a pena Ver de Novo”, além de “Cama de Gato”, “Celebridade”, “Pé na Jaca” e entre outras. E com seu novo trabalho, a artista venceu o Troféu Nelson Rodrigues na categoria de Melhor Atriz. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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