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Lena Dunham fala sobre vício em medicamentos para ansiedade em entrevista

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Em um podcast
, Lena Dunham fala sobre vício em medicamentos
contra ansiedade e celebra que está seis meses sem usar a medicação. A declaração da atriz foi divulgada pelo ator Dax Shepard, no podcast chamado “Armchair Expert”.

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Lena Dunham
Reprodução/Instagram

Lena Dunham


Lena Dunham fala sobre vício
na medicação chamada Klonopin: “Estou sóbria há seis meses. Minha paixão era o Klonopin. Eu sofria de uma ansiedade louca, tinha que comparecer a eventos, mas não me sentia preparada para isso. Eu sabia que precisava fazer isso, é meu trabalho, e um Klonopin fazia com que isso fosse mais fácil. Ele fazia com que eu me sentisse a pessoa que gostaria de ser”, disse ela.

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Em sua conta oficial do instagram, a atriz compartilhou uma foto ao lado de Shepard e falou sobre o que disse no podcast: “Eu estou em @armchairexppod hoje com essa lenda da defesa da saúde mental e da paternidade! Eu falo sobre algumas coisas bem reais e sensíveis que eu não pretendia discutir, mas @daxshepard é um super cara tão caloroso e amoroso que eu meio que não tive escolha”, escreveu Lena na legenda da foto.

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Lena Dunham fala sobre vício com mais detalhes


Lena Dunham
Reprodução/Instagram

Lena Dunham

A atriz ainda afirmou que o medicamento faze parte dela e celebra que está viva: “Era como se uma parte de mim que eu já sabia que existia começasse a se sentir mais livre. Sinto que meu cérebro ainda está se recalibrando. Me sinto muito grata que consegui escapar disso viva”, contou Dunham.

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Lena Dunham fala sobre vício
e como ela começou a perceber que era viciada no medicamento: “Deixou de ser, ‘Eu tomo um quando vou dormir’ e se tornou algo do tipo: ‘Eu tomo um sempre que estou acordada’. Eu sabia que não estava ajudando, mas tinha medo do que ia sentir se parasse. Acho que usei esse remédio sem precisar por uns três anos”, explicou a artista.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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