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LeBron vai de herói a vilão e tem seu pior início de temporada na NBA em 14 anos

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Erro de LeBron James custou vitória do Los Angeles Lakers na NBA; já são três derrotas em três jogos
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Erro de LeBron James custou vitória do Los Angeles Lakers na NBA; já são três derrotas em três jogos

Um erro de LeBron James no final da prorrogação foi decisivo para mais uma derrota do  Los Angeles Lakers  na temporada 2018/2019 da NBA , a terceira da franquia californiana em três jogos disputados.

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E mais do que isso. O erro de LeBron James , que desperdiçou dois lances livres no final da partida e um último arremesso no duelo diante do San Antonio Spurs, fez com que o astro alcançasse seu pior início de competição nos últimos 14 anos – em 2004, em sua segunda temporada, também perdeu os três primeiros jogos.

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No total, LeBron fez 32 pontos, deu 14 assistências e pegou oito rebotes. Antes de ser decisivo para derrota por 143 a 142, jogando em casa, ele foi o responsável por levar o duelo para prorrogação: foi do camisa 23 a cesta de três pontos nos segundos finais que empatou o jogo em 128 a 128.

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Ele foi de herói a vilão em alguns minutos.

O time da Califórnia chegou a abrir seis pontos de vantagem a 55 segundos do fim da prorrogação. No entanto, a equipe de San Antonio reagiu e reduziu a diferença para um ponto – foi neste momento que LeBron errou os dois lances livres que poderiam dar a primeira vitória ao Lakers.

Faltando sete segundos, Patty Mills colocou San Antonio um ponto à frente. A última bola ficou novamente nas mãos de LeBron James, mas desta vez ele não conseguiu converter e deixou escapar o triunfo.

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Após o erro de LeBron James e mais uma derrota, o Los Angeles Lakers já visa o duelo contra o Phoenix Suns, na quarta-feira, atuando na arena do adversário.

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Brasil ganha da França de virada e vai à final do Mundial Sub-17

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A “escrita” foi quebrada. O Brasil eliminou a França nas semifinais do Mundial Sub-17, com o Estádio Bezerrão lotado. Diferentemente do que ocorreu com os jogadores profissionais nas Copas do Mundo de 1986, 1998 e 2006, os garotos do Brasil, todos nascidos em 2002 – que sequer viram essas “tragédias nacionais” – entraram em campo livres de qualquer tabu e sem pensar na possibilidade de sair mais cedo da festa.

Agora, os brasileiros, campeões mundiais Sub-17 em 1997, 1999 e 2003 têm a chance de reprisar o feito diante do México, bicampeão mundial Sub-17 em 2005 e 2011, na finalíssima de domingo, às 19 horas.

À França, restou brigar pelo terceiro lugar contra a Holanda, na preliminar, às 15 horas.

 Brasil e França se enfrentam pela semi-final da Copa do Mundo Sub-17

Brasil e França se enfrentam pela semi-final da Copa do Mundo Sub-17 – Marcelo Camargo/Agência Brasil

No jogo de hoje, logo aos 6 minutos, a França aplicou um grande golpe no Brasil. Kalimuendo Muinga apareceu livre, frente a frente com o goleiro Matheus Donelli. Ele não perdoou e chutou rasteiro. Gol deles. O árbitro titubeou em validar o lance, mas com a ajuda do vídeo, confirmou que o atacante estava em posição legal.

Aos 13 minutos, novo lance rápido do ataque francês, a tabelinha deixou M´Buku livre e ele colocou no gol com muita categoria: 2 a 0. Um balde de água fria. Quem estava no estádio passou a achar muita semelhança com uma outra semifinal traumática, a da Copa de 2014, entre Brasil e Alemanha.

Mas o ímpeto francês parou por aí. Depois, o time se fechou numa retranca com duas linhas de quatro jogadores em frente a área, para evitar os ataques brasileiros. Aos 45 minutos do 1º tempo, um lance que deu esperanças à torcida. O árbitro marcou pênalti para o Brasil, numa falta na linha da grande área. Porém, ao analisar as imagens do vídeo, o salvadorenho Barton desmarcou a infração, o que irritou ainda mais os jogadores. Logo em seguida, para evitar maiores problemas, apitou o final da primeira etapa.

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O Brasil veio com uma nova postura no 2º tempo, fazendo uma transição mais rápida entre a defesa e o ataque, afinal, precisava aproveitar cada minuto. De tanto insistir, os brasileiros alcançaram o gol numa cobrança de escanteio. Depois de muito bate-rebate na área, Kaio Jorge se esticou e raspou de cabeça. O goleiro Zinga se esticou todo, mas não chegou: 2 a 1, aos 16 minutos.

Aos 30 minutos, todo o estádio foi à loucura. Cruzamento da linha de fundo, Yan Couto chutou, o goleiro Zinga espalmou para frente e Veron pegou o rebote de primeira: 2 a 2! Incrível! O Brasil, na raça, tinha empatado a partida. Haveria decisão por pênaltis? Não.

No lance seguinte, mais emoção. A França chega na área brasileira, o goleiro Matheus espalma para o lado e, livre, com o gol aberto à sua frente, Lihadji chuta na trave. O gol perdido fez o atacante desabar no gramado.

Aos 41 minutos, a França chega ao terceiro gol, numa falta alçada para a área. Mas Matsima estava impedido ao cabecear e o lance foi anulado sem sequer necessitar da ajuda do árbitro de vídeo.

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Aos 43, veio a redenção para os brasileiros. Na cobrança deste impedimento, chute direto do goleiro Matheus, a bola chegou até o atacante Lázaro que, dentro da área, dominou, preparou o míssil e soltou a bomba: indefensável para Zinga. O Brasil virava o placar: 3 a 2!

A classificação heroica foi muito comemorada pelos jogadores. Lázaro, autor do gol da vitória, disse que o importante é sempre acreditar. “O gol só saiu porque eu corri atrás da bola, acreditei que era possível chegar. Estou muito feliz por honrar essa torcida maravilhosa!” – disse o atacante da Seleção.

O improvável eles já tinham feito.

Ficha técnica: Quinta-feira, 14 de novembro de 2019
BRASIL 3 x 2 FRANÇA
Competição: Mundial Sub-17 (Semifinal)
Local: Estádio Bezerrão, Gama (DF)
Juiz: Ivan Barton (El Salvador)
Público: 13.587

Brasil: Matheus Donelli, Yan Couto (Sandry), Henri, Luan Patrick e Patryck; Daniel Cabral, Pedro Lucas (Garcia) e Diego (Lázaro); Veron, Kaio Jorge e Peglow. T: Guilherme Dalla Dea.
França: Zinga, Pembelé, Matsima, Kouassi e Soppy; Millot (Hassan), Aouchiche e Ahamada; Kalimuendo Muinga (Lepenant), M´Buku e Lihadji. T: Jean Claude Giuntini.

Gol: No 1o tempo: Kalimuendo Muinga (6) e M´Buku (13). No 2o tempo: Kaio Jorge (16), Veron (30) e Lázaro (43).

Edição: Liliane Farias

Fonte: IG Esportes
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