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Lázaro Ramos apresenta dez curiosidades sobre o “O Grinch”, que ganha novo filme

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A Universal Pictures lançou recentemente um vídeo inédito de “O Grinch”
apresentado por  Lázaro Ramos
, que cede sua voz para a versão brasileira do filme. No material, o ator traz 10 curiosidades sobre o personagem, incluindo o ano em que foi criado pelo cartunista Dr. Seuss.

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Lázaro Ramos dubla filme nacional natalino
Divulgação

Lázaro Ramos dubla filme nacional natalino

Gravado durante o processo de dublagem do filme
, o vídeo de Lázaro Ramos destaca curiosidades como a infância do personagem no orfanato, as razões pelas quais ele odeia o Natal, além de seus defeitos e qualidades.  

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Baseado no personagem clássico de Natal, Grinch vive com seu cão Max em uma caverna repleta de engenhosidades feitas para suas necessidades rotineiras. Rabugento, ele só faz questão de socializar com os vizinhos – aqueles que interrompem sua tranquilidade com suas festividades de Natal todos os anos – quando se vê sem comida. No entanto, quando eles declaram que farão um natal três vezes maior, Grinch percebe que só existe uma maneira de ter paz e silêncio: roubar o Natal!

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Lázaro Ramos fala sobre o filme!

Com direção de Scott Mosier e Yarrow Cheney, “O Grinch” é o oitavo longa animado da Illumination Entertainment, produtora de Chris Meledandri reconhecida por sucessos de bilheteria como a franquia “Meu Malvado Favorito”, “Minions” e “Pets – A Vida Secreta dos Bichos”. A estreia está marcada para 8 de novembro.

O retorno da boneca maldita


Novo filme da boneca Annabelle já está sendo produzido
Divulgação

Novo filme da boneca Annabelle já está sendo produzido

No mundo da sétima arte, o terror é destaque! Começaram as filmagens da terceira parte da série de filmes “Annabelle”. No longa, os demonologistas Ed e Lorraine Warren, determinados a impedir Annabelle de causar mais estragos, levam a boneca possuída para a sala de artefatos trancada em sua casa, colocando-a “em segurança” atrás do vidro sagrado e da santa bênção do padre. No entanto, uma noite profana de horror acontece quando o brinquedo desperta os espíritos malignos na sala e todos eles se voltam para um novo alvo – a filha dos Warrens, Judy.

Estrelado por McKenna Grace, como Judy; Madison Iseman, como sua babá; Katie Sarife como Daniela e, por fim, Patrick Wilson e Vera Farmiga reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren, o longa é cheio de efeitos especiais e está com lançamento previsto para 2019.

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 O eletrônico ganhando espaço


Já no mundo da música, Alok domina tudo! Considerado um dos principais DJs e produtores na atualidade, o artista apresentou recentemente sua nova música Innocent
. Sempre em destaque nas paradas, o hit promete dar sequência aos seus grandes sucessos, como os recém-lançados United
 e Favela
. Unindo forças com o produtor belga Yves V e com o renomado cantor e compositor irlandês Gavin James, o hit já disponível em todas as plataformas digitais.

Ingrid Guimarães nos holofotes!


Filme estrelado por Ingrid Guimarães
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Filme estrelado por Ingrid Guimarães “De Pernas Pro Ar 3” ganha pôster

Enquanto isso Alok detona na música, a Paris Filmes acaba de divulgar o teaser do pôster do “De Pernas Pro Ar 3”, continuação da franquia estrelada por Ingrid Guimarães que já levou mais de 8 milhões de espectadores aos cinemas. Na imagem, o coelhinho da personagem e a Torre Eiffel, ícone da capital francesa, onde o longa foi rodado, ganham destaque.

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Sob o mote “A terceira vez é sempre melhor”, o filme
, com roteiro de Marcelo Saback, René Belmonte e Ingrid Guimarães tem estreia marcada para 11 de abril de 2019.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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