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Lady Gaga e Natalie Portman invertem papéis para garantir vaga no Oscar

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Lady Gaga e Natalie Portman parecem ter muito pouco em comum, com exceção da fama. A primeira nasceu em 1986 nos EUA de uma família italiana e, embora tenha estudado atuação, se transformou em uma das maiores divas pop da música. A segunda nasceu em 1981 em Israel e trilhou desde nova uma carreira premiada como atriz. 


Lady Gaga e Natalie Portman invertem papeis em novos trabalhos no cinema e buscam uma indicação ao Oscar
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Lady Gaga e Natalie Portman invertem papeis em novos trabalhos no cinema e buscam uma indicação ao Oscar

Agora, Lady Gaga e Natalie Portman
parecem ter se cruzado de maneira curiosa, invertendo os papéis. Enquanto Gaga deixa os figurinos espalhafatosos de lado e encara uma persona introspectiva em sua estreia no cinema com “ Nasce Uma Estrela
”, Portman busca seu lado mais expansivo em “ Vox Lux
”, que estreia em dezembro nos EUA.

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 “Nasce Uma Estrela”, remake do clássico que já teve outras três versões nas telonas, marcou a estreia de Gaga no cinema, depois de fazer sucesso na TV em “American Horror Story”. Dessa vez, porém, a artista se desfez de todos os artifícios que a fizeram famosa e apostou em uma versão mais simples de si para viver Ally. Sua interpretação é comedida e ela constantemente aparece sem maquiagem e com os cabelos naturais.


Lady Gaga e Natalie Portman invertem papeis: a primeira é comedida em
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Lady Gaga e Natalie Portman invertem papeis: a primeira é comedida em “Nasce Uma Estrela” e a segunda uma diva pop em “Vox Lux”

Já Portman, cujo último papel de destaque no cinema foi como a primeira-dama Jackie Kennedy, costuma ser mais polida no jeito de falar e de interpretar, mesmo em papeis mais explosivos. Agora, ela “se monta” para viver a popstar Celeste, que poderia muito bem ter sido inspirada em Gaga.

Cheia de paetês, saltos altos e o cabelo pintado de prata, ela usa figurinos chamativos e incorpora uma diva, tanto nas apresentações suntuosas como na atitude. O filme mistura sátira e crítica social ao retratar uma cantora que fica famosa depois de sobreviver a um tiroteio em uma escola.

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Atormentada pelos traumas do passado, Celeste, como muitas celebridades que começaram muito jovens, parece se perder e o fator controvérsia é o que a atraia aos holofotes. Nesse sentido a personagem se difere de Gaga e se aproxima de outros exemplos, como Britney Spears ou Lindsay Lohan, mas é curioso que, no ano que Gaga se mostra, Portman se esconde entre camadas de figurino e paetê.

Estrelas do punk e da purpurina


Tilda Swinton e Nicole Kidman se arriscaram com visuais nada tradicionais em filmes recentes
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Tilda Swinton e Nicole Kidman se arriscaram com visuais nada tradicionais em filmes recentes

Nos últimos anos, outras atrizes se arriscaram numa vertente entre o pop e o punk e mostraram seu lado purpurinado e cheio de atitude no cinema. Tilda Swinton foi Marienne Lane em “Um Mergulho no Passado” e, embora tenha passado a maior parte do filme em trajes de banho, é possível vê-la como uma estrela com trejeitos de David Bowie.

Já Nicole Kidman encarnou uma punk do espaço em “How To Talk to Girls at Parties” e embora, assim como Swinton, seja uma camaleoa, o papel tinha um visual bem distinto de outros da atriz.

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“Meu Álbum de Música” começa as gravações em São Paulo. Filme tem trilha assinada por Arnaldo Antunes e Aldair José

Começou a ser rodado na última semana em São Paulo o longa “Meu Álbum de Amores”, de Rafael Gomes. Protagonizado por Gabriel Leone, o filme conta a história de Júlio que leva um pé na bunda e logo em seguida descobre que seu pai não é o seu pai biológico.

Júlio descobre que seu pai é Odilon Ricardo, um famoso cantor brega dos anos 70, que acaba de falecer e lhe deixa de herança a casa onde sempre viveu, um forte DNA musical que Júlio nunca soube que tinha e, principalmente, um irmão que é em tudo diferente dele, Felipe (Felipe Frazão). O filme conta com trilha sonora original de Odair José e Arnaldo Antunes e tem ainda Laila Garin, Maria Luisa Mendonça e Lorena Comparato no elenco.

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É de casa

A Warner Channel decidiu mostrar como é sua casa, e a partir do dia 1º de novembro abrirá suas portas para o público. Quem visitar o espaço, que funcionará por dez dias em São Paulo, poderá mergulhar no universo das suas principais produções, como “The Big Bang Theory”, “Supernatural”, “Riverdale” e “Flash”, além do filme “Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald”.

O espaço contará com exposição de figurinos do filme dereivado da série “Harry Potter”, ambientes das séries como a sala de estar de Sheldon e Leonard e jogos interativos.

Espanha em alta

As produções espanholas parecem estar em alta na Netflix, com séries como “La Casa de Papel” e “Elite”. Agora é a vez da HBO
apostar no país com “Pátria”, primeira série espanhola do estúdio. A produção se baseia em no romance homônimo do escritor espanhol Fernando Aramburu e contará a história de duas famílias divididas pelas consequências do terrorismo. A produção começará a ser filmada no início de 2019.

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“Ray Donovan” retona a HBO em novembro

Por falar em HBO
, o canal já tem data de estreia para a sexta temporada de “Ray Donovan”. A produção chega dia 9 de novembro, às 21h. A nova temporada começa com o resgate de Ray (Liev Schreiber), depois de sua queda no East River, realizado pelo policial Mac (Domenick Lombardozzi), que logo o apresenta a equipe de policiais de Staten Island. Enquanto explora este novo ambiente de irmandade e corrupção, Ray percebe esta parceria entrar em conflito quando começa a trabalhar para a empresária Sam Winslow (Susan Sarandon).

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Lady Gaga e Natalie Portman na corrida para o Oscar

Embora tenham feito atuações elogiadas por seus papeis, Lady Gaga e Natalie Portman
vão enfrentar uma grande concorrência este ano. Nicole Kidman, Viola Davis, Olivia Colman, Melissa McCarthy e Glenn Close também estão no páreo.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Arte feminista de Andréa Tolaini aborda dores e prazeres das mulheres

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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