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Kleber Mendonça Filho pode pagar R$ 2,2 milhões ao Governo por “O Som ao Redor”

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A Secretaria Especial da Cultura negou o último dos três recursos do cineasta Kleber Mendonça Filho, referentes airregularidades na captação do filme
“O som ao redor” (2012) .

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Kleber Mendonça Filho
Reprodução

Kleber Mendonça Filho pode ter que pagar uma grande quantia ao Governo, mas antes pode recorrer ao TCU


A produtora do diretor Kleber Mendonça Filho
, a Cinemascópio Produções Cinematográficas e Artísticas, terá 30 dias após a notificação para devolver R$ 2,2 milhões aos cofres públicos.

Mendonça Filho pode, a partir de agora, recorrer ao Tribunal de Contas da União (TCU). Caso também perca nesta esfera e não pague o valor solicitado, a produtora vai ficar impossibilitada de participar de editais e programas de incentivos ligados ao Ministério da Cidadania, ao qual percente a secretaria.

A primeira notificação desse caso foi entregue à Cinemascópio em março de 2018 pelo extinto Ministério da Cultura
(MinC). O argumento era de que “O som ao redor” excedeu o limite de R$ 1,3 milhão de um edital destinado a produções de baixo orçamento.

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“O som ao redor” acabou captando, no total, R$ 1,7 milhão, com R$ 410 mil provenientes de um edital do Governo de Pernambuco. O valor que precisa ser devolvido saltou para R$ 2,2 milhões por causa de juros e atualização monetária.

À época do imbróglio, Mendonça Filho justificou o orçamento excedente de ” O som ao redor
” lembrando que toda produção audiovisual está sujeita a imprevistos que não podem ser totalmente definidos na elaboração do projeto. Afirmou também que o novo valor foi autorizado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine), após comunicação com a Secretaria do Audiovisual (SAV).

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O novo filme de Kleber Mendonça Filho
, “Bacurau”, foi selecionado nesta quinta-feira para disputar a Palma de Ouro , em Cannes (14 a 25 de maio). Procurado, o diretor ainda não respondeu à reportagem.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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