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Kawasaki Z650 tem a linha 2020 revelada com várias mudanças

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Kawasaki Z650: mudanças no desenho, mais conforto e sofisticação entre as principais mudanças da linha 2020


Uma das novidades que a Kawasaki mostra no Salão de Milão (Itália), que abre hoje (7) para o público e vai até o próximo dia 10 é a linha 2020 do modelo Z650. A moto agora passa a ter novo farol de LED entre as alterações no desenho, que ficou ainda mais arrojado com novos grafismos e linhas ousadas.

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A reestilização da Kawasaki Z650 mostra como deverá ser o estilo de outros modelos da linha Z, como a Z-H2, a Z900 e a Z400. Além disso, o cluste r digital agora fica parecido com o da Ninja 650 e recebe conexão via Bluettoth para conetar um aplicativo no celular para receber noticações e email ou ligações recebidas na tela da moto.

Ainda entre as principais novidades da Kawasaki Z650, destaca-se o desenho do tanque e o banco mais confortável e mais espesso tanto para o piloto quanto para que vai na guarupa. Você também vai notar que existem novas opcões de cores  e combinações, como preto e vermelho.

 O motor tem 650 cc de cilindrada, de dois cilindros que funcionam em paralelo, com refrigeração a água, 8 válvulas e duplo comando no cabeçote. Rende 68 cva 8.000 rpm e 6,5 kgfm de torque a 6.700 rpm e a moto naked da marca japonesa vem acoplado ao câmbio de seis marchas.

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Os freios da Kawasaki Z650 da linha 2020 contam com discos de 300 mm na roda de frente, como pinças de dois pistões e de 220 mm na traseira com apenas um pistão. Confira abaixo o video oficial de lançamento da moto que logo deverá desembarcar no Brasil.



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General Motors confirma o fim da fabricante australiana Holden

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Parceira da General Motors desde a década de 30, Holden encerrará suas operações na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia até o fim do ano

Em mais um passo no processo de reestruturação global, a General Motors anunciou que fechará a marca Holden na Austrália, Tailândia e Nova Zelândia, encerrando as operações nos países. A GM ainda terá o compromisso de abastecer os mercados com peças e serviços de manutenção até o fim da década.

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Estima-se que 600 funcionários perderão o emprego no encerramento da Holden na Oceania. Em Detroit (EUA), Mary Barra, chefe-executiva da GM Global, afirma que fechar a representante no continente é uma decisão difícil, porém correta. 

Mark Reuss, presidente da GM, complementa a declaração de Barra dizendo que a marca tinha planos de reerguer a Holden, mas continuar atuando em um mercado fragmentado como a Oceania teria custo alto.

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Scott Morrison, primeiro-ministro da Austrália, se diz inconformado com a situação. “Estou desapontado, mas não surpreso. Sei que muitos australianos estão irritados neste momento”, disse ele. “Os nossos contribuintes colocaram milhões de dólares nesta companhia multinacional e eles simplesmente encerraram as operações”.

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Aos poucos, a GM está abandonando mercados não-lucrativos para focar em regiões pontuais, como Estados Unidos, China, Coreia do Sul e Brasil. Em 2017, a fabricante vendeu as marcas Opel e Vauxhall para a Peugeot-Citroën.

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