conecte-se conosco


Cidades

Kalil decreta ‘lockdown’ em VG por 10 dias; veja medidas

Publicado

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat (MDB), baixou decreto com diversas novas medidas restritivas. O “lockdown” da segunda cidade mais populosa de Mato Grosso contará com impedimento de eventos sociais, proibição ao funcionamento presencial de bares e diversas restrições válidas por 10 dias.

 

O decreto nº 39/2021 altera incisos de normativa passada, que passarão a funcionar com novo texto no qual somente atividades essenciais são mantidas. A nova medida foi assinada neste sábado (27) e passa a valer a partir da data de publicação no Diário Oficial.

A ação do prefeito é adotada após decreto estadual que orienta as cidades de Mato Grosso classificadas com índice muito alto de contágio pela covid-19, como é o caso de Várzea Grande, a executarem medidas mais restritivas por meio da implantação de quarentena em seus territórios.

Com a normativa, o prefeito suspendeu as atividades presenciais de ensino do município até o dia 5 de abril. Os serviços em secretarias e autarquias funcionarão das 08h às 12h, podendo se estender até às 18h sob decisão dos secretários responsáveis, mas sempre seguindo o regime de plantão e escala.

Leia mais:  Deputada federal mais jovem do Brasil visita Cuiabá e aprova Administração

 

Além disso, o decreto de Várzea Grande adota a classificação de serviços essenciais da normativa n° 10.282/2020, que lista ao menos 53 serviços que seguem sendo considerados necessários, dentre eles o funcionamento de academias, funcionamento de salões de bezela dentre outros.

Confira como ficam algumas das atividades no município:

Os estabelecimentos comerciais funcionarão com 30% da sua capacidade (exceto supermercado, mercados e congêneres, que terão capacidade máxima de 50%), e horário de funcionamento:
I – de segunda-feira a sexta-feira, autorizado o funcionamento somente no período compreendido entre às 05:00 horas até às 20:00 horas;
II – aos sábados e domingos, autorizado o funcionamento somente no período compreendido entre às 05:00 horas até às 12:00 horas.

Os supermercados poderão funcionar aos sábados até às 20:00 horas, ficando vedado o consumo de bebidas alcoólicas no local, obedecidos os protocolos de saúde.

Os restaurantes poderão funcionar na modalidade take away e drive-thru até às 20:45 horas/minutos, permitido o serviço de delivery até às 23:59 horas/minutos.

Leia mais:  Secretarias de Saúde de Cuiabá e VG fazem acordo com SES para evitarem retenção de macas do SAMU

 

Os bares, distribuidoras de bebida e lanchonetes não funcionarão com atendimento presencial, podendo apenas funcionar no modo drive-thru e delivery, respeitada todas as medidas do Ministério da Saúde.

O funcionamento de serviço na modalidade delivery ficará autorizado somente até às 23:59 horas/minutos, inclusive aos sábados e domingos, com exceção das farmácias e congêneres, que poderão funcionar, na modalidade delivery, sem restrição de dias e horários.

Fica proibida a realização de jogos de futebol amador, exceto o profissional, ou qualquer outra atividade esportiva em campos de futebol, quadra de areia, quadra society ou outro campo esportivo, seja ele público ou privado.

Ficam proibidas os eventos sociais, as atividades econômica de locação, seja em espaço público ou privado, de quadras de esporte, campos de futebol, quadra de areia, quadra society e congêneres.

Comentários Facebook
publicidade

Cidades

AL e polícia civil já investigam denúncias de maus tratos e negligência em hospital de Cuiabá

Publicado

Além da Polícia Civil que já abriu investigação contra o Hospital São Judas Tadeu para averiguar denúncias de negligência e maus-tratos contra pacientes, a Câmara Municipal de Cuiabá também vai apurar a situação diante da gravidade dos relatos feitos pela técnica de enfermagem, Amanda Delmondes Benício. Até o momento, os casos de quatro pacientes já são de conhecimento público.

Na Assembleia Legislativa, o deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL) apresentou requerimento, na sessão do dia 5 de abril, para que a técnica de enfermagem compareça ao Legislativo Estadual para esclarecer as graves denúncias feitas por ela num boletim de ocorrência na Polícia Civil e também em entrevistas para a imprensa. Depois que a profissional de saúde, que trabalhou durante 50 dias no hospital particular, denunciou o caso na Polícia Civil e na imprensa, familiares de alguns pacientes também estão registrando ocorrências policiais e buscando veículos de comunicação para relatar situações semelhantes.

A delegada Luciani Barros Pereira de Lima conduz a investigação preliminar instaurada pela Delegacia da Capital, situada no bairro Planalto. Ela ouviu a técnica de enfermagem no dia 7 de abril e garante que todas as denúncias feitas pela profissional serão apuradas.

Segundo informações, a Polícia Civil já teria conhecimento de pelo menos sete boletins de ocorrência registrados por familiares de pacientes vítimas de maus-tratos no Hospital São Judas Tadeu. Dentre os pacientes que passaram pelo hospital no período em que Amanda Delmontes ainda trabalhava no local, e que segundo ela, sofreram maus-tratos e foram negligenciados, estão o major da Polícia Militar, Thiago Martins de Souza, de 34 anos, que morreu em decorrência de complicações da Covid-19, na madrugada do dia 3 e o professor Toshio Doi, de 68 anos, que faleceu na madrugada do dia 10.

Leia mais:  Servidor em MT vai receber R$ 15 mil após perder o dedo na motosserra

A técnica de enfermagem Amanda Delmondes afirmou que o professor Toshio Doi foi outra vítima de maus-tratos até ela intervir na situação. “No caso do senhor Toshio, tem a câmera, eu deixei a porta aberta e falei: vocês não vão deixar ele morrer não. Ele caiu da cama, eu fiz uma conchinha nele com lençol, a moça que recolhe sangue falou que vocês não podem fazer isso, ele não tem uma gase, mas eu vou tirar a gaze dele. Ela foi na sala do médico que só mandou levar. Pegou uma maca sem colchão, sem nada, eu ainda coloquei um travesseiro para que a cabeça dele não batesse. Ele estava roxo desfalecendo. O fisio falou que ele estava com a nova bactéria e nada poderia ser feito. Eu falei: pode sim”, contou ela.

Em nota, o presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, Juca do Guaraná Filho (MDB), confirmou que a Casa vai apurar as denúncias. Ele solicitou ao presidente da Comissão Permanente de Saúde, Previdência e Assistência Social, o vereador Dr. Luiz Fernando (Republicanos), para apurar denúncia de suposto maus-tratos que o servidor Toshio Doi e outros pacientes teriam sofrido bem como as demais denúncias feitas contra o hospital.

Leia mais:  Secretarias de Saúde de Cuiabá e VG fazem acordo com SES para evitarem retenção de macas do SAMU

DIÁRIAS DE ATÉ R$ 10 MIL 

Em entrevista à TV Cidade Verde, uma mulher que tinha familiar internado do no Hospital São Judas Tadeu, relatou que além de pagar R$ 10 mil na diária, ainda era preciso pagar medicamentos à parte se houvesse necessidade de inclusão no tratamento. Além, disso segundo ela, era cobrado mais R$ 150 por dia somente para alimentação do paciente.

Além da PC, Assembleia e Câmara de Cuiabá, o Conselho Regional de Medicina e também de Enfermagem apuram as denúncias. O hospital segue funcionando normalmente.

por: Folha Max

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana