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Justin Timberlake fala sobre Britney Spears e relembra término: “Fui desprezado”

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Justin Timberlake fala sobre Britney Spears mais uma vez. Em seu novo livro
, o cantor relembrou o processo de criação do primeiro hit de sua carreira solo e o término do seu relacionamento com a artista.

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Justin Timberlake fala sobre Britney Spears ao promover novo livro sobre sua primeira música
Getty Images

Justin Timberlake fala sobre Britney Spears ao promover novo livro sobre sua primeira música

No livro “Hindsight: And All The Things I Can’t See in Front of Me”, Justin Timberlake fala sobre Britney Spears
e conta que a música
Cry Me a River
foi escrita apenas duas horas depois do fim do namoro com a cantora, em 2002.

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O cantor afirmou que passou seu sentimentos para a música: “Eu fui desprezado. Fiquei irritado. Os sentimentos foram tão intensos que eu tive que escrever sobre isso. Eu traduzi meus sentimentos de uma forma que as pessoas pudessem ouvir e se relacionar com eles. As pessoas me escutaram e me entenderam porque todo mundo já foi rejeitado também”, conta Justin.

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Os artistas se conheceram ainda crianças, no programa “Clube do Mickey”, em 1990. Após alguns anos, eles se reencontraram num evento promocional em um programa de rádio e começaram a namorar em 1999. Eles formaram um “casal do pop” e faziam muito sucesso com os fãs. O relacionamento durou quatro anos e chegou ao fim em 2002. 

Existem boatos que afirmam que a cantora traiu o artista com o coreógrafo Wade Robson, que trabalhava com ela e no N’Sync, grupo que o cantor fazia parte. Em entrevista para o Rolling Stone
, em 2003, Justin falou sobre o término: “Ela tem um coração lindo, mas se perdi a confiança em alguém, não acho certo ficar com essa pessoa”. 

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Hoje em dia, Justin é casado com a atriz Jessica Biel, com quem tem um filho. Já a cantora namora Sam Asghari. Anteriormente, ela já foi casada duas vezes e tem dois filhos. A música Cry Me a River
foi um dos primeiros sucesso do cantor e J ustin Timberlake fala sobre Britney Spears
em alguns momentos do seu novo livro.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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