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Juliana Paes fala do sucesso de “A Dona do Pedaço” e entrada de Joana na trama

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Maria da Paz, personagem de Juliana Paes em “A Dona do Pedaço”, não está tendo dias fáceis. Diante de tantas perdas, ela ressurgiu das cinzas e voltou a vender bolos nas ruas de São Paulo.

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Divulgação/TV Globo

Cena de “A Dona do Pedaço”

Apesar do mau momento, recentemente, a novela chegou ao 100º capítulo e a protagonista de ” A Dona do Pedaço “, Juliana, falou sobre o feedback do público, o sucesso da trama e detalhes sobre o encontro de Maria da Paz e Joana, interpretada por Bruna Hamú. 

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Ao falar sobre a comoção que sua personagem gera nas redes sociais, a atriz da Globo disserta: “Eu já tinha vivido personagens de extrema repercussão, mas acho que nada nunca vai chegar nos pés da Maria da Paz. Pessoas de todas as idades me param para falar dela. Pessoalmente, pela internet e [até] através de cartas”.

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Ao falar sobre o sucesso, que tem fechado a audiência com média de 34,1 pontos no PNT (Painel Nacional de Televisão), que contempla as 15 maiores metrópoles do Brasil, Juliana compartilha o mérito com a equipe.

“O trabalho em equipe, que é muito bonito. Além disso, tem a verve dessa personagem, que é um acerto do autor. Quando você coloca pra ser a [protagonista] uma mulher batalhadora, guerreira, vencedora pelos próprios esforços e que agora nesse momento da trama não tem vergonha de recomeçar, muitas pessoas poderiam ficar orgulhosas, né?”.

Ao falar sobre os detalhes do 100º capítulo da novela da Globo , que marcará a entrada de Joana (Bruna Hamú) na trama de Walcyr Carrasco, Juliana Paes não pestaneja.

“Joana chega em um momento de muita fragilidade da Maria da Paz. Ela é assaltada enquanto vende os bolos. Perde o que ganhou no dia e ainda tem seu carrinho inteiro virado no chão. Quando a gente fez a cena eu não consegui parar de chorar, não estava no roteiro”, disse.

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Divulgação/TV Globo

Cena de “A Dona do Pedaço”

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Em seguida, ela completa: “Ninguém ajuda Maria da Paz, mesmo ela pedindo. E a Joana chega e fala: ‘Eu vou te ajudar e levo o carrinho com você até em casa’. É um momento de emoção. E Bruna é uma menina linda, além de ter a beleza física que é óbvia, é muito linda no jeito. Tem toda a doçura que ela empresta pra personagem”. As cenas estão previstas para irem ao ar em ” A Dona do Pedaço ” a partir de quinta-feira (12). 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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