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Julia Roberts afirma que não quer mais fazer comédias românticas

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Em entrevista ao site Entertainment Tonight
neste domingo (21), a atriz Julia Roberts falou sobre o ponto que sua carreira
chegou e afirmou que não quer mais atuar em comédias românticas.

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Julia Roberts afirmou em entrevista que não quer mais participar de comédias românticas
Reprodução

Julia Roberts afirmou em entrevista que não quer mais participar de comédias românticas

Julia Roberts
ficou muito famosa ao aparecer em filmes do gênero como “Uma Linda Mulher”, “Um Lugar Chamado Notting Hill” e “Noiva em Fuga”. Durante a entrevista, a artista afirmou que não se sente bem em interpretar esse tipo de filme “a menos que interprete a mãe de pessoas que estão saindo da escola”.

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Roberts ainda disse que percebeu que as comédias românticas não eram o melhor meio para seguir em frente com sua carreira: “Chegou um momento em minha carreira em que as pessoas achavam que eu dependia das comédias românticas, que eu amo, amo estar nelas, adoro assisti-las, mas às vezes elas simplesmente não funcionam em um certo ponto da sua experiência de vida”, disse ela.

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A atriz disse que a decisão não está relacionada a sua idade: “O público precisa que aceitar certos elementos das comédias românticas principalmente à experiência da vida”, explica. Para ela, o público sabe que os atores não são tão ingênuos quanto os personagens retratados. 

Novo trabalho de Julia Roberts


Julia Roberts na série
Divulgação/Imdb

Julia Roberts na série “Homecoming” que estreia dia 2 de novembro nos Estados Unidos


A artista participou da entrevista para promover sua nova série “Homecoming”, produção de suspense psicológico baseada em um podcast criado por Eli Horowitz e Micah Bloomberg.  Na série, Roberts vai atuar ao lado do companheiro de cena do filme “O Casamento do Meu Melhor Amigo”, Dermont Mulroney.  “Homecoming” estreia dia 2 de novembro na Amazon Video. 

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Julia Roberts
já venceu a estatueta de melhor atriz no Oscar pelo papel no filme “Erin Brockovich” e o Globo de Ouro de melhor atriz por “Uma Linda Mulher”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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