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Polícia

Juiz aumenta valor de fiança a empresário para R$ 52,2 mil

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O juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, alterou a fiança do empresário Marcelo Martins Cestari, 46 anos, referente a sua prisão por porte ilegal de arma, no dia da morte de Isabele Guimarães Ramos, 14 anos. Em decisão proferida na manhã desta segunda-feira (3), o abono foi fixado no valor de R$ 52,2 mil (equivalente a 50 salários mínimos).

 

“No que se refere à atual situação financeira do averiguado, majoro/reforço, estabelecido pela autoridade policial ao então conduzido, para o patamar correspondente a 50 salários mínimos, totalizando atualmente o importe de R$ 52.240,00”, diz trecho da decisão desta segunda-feira (3).

A quantia é três vezes inferior à primeira decisão do magistrado decretada no dia 15 de julho. Na oportunidade, o juiz determinou o aumento da fiança imposta ao empresário. À época, foi determinado que Marcelo pagasse o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

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Marcelo é pai da adolescente de 14 anos que matou com um tiro, supostamente acidental, a adolescente Isabele Guimarães Ramos, da mesma idade, no dia 12 de julho, no condomínio de luxo Alphaville I, no bairro Jardim Itália, em Cuiabá.

No dia da morte, Marcelo chegou a ser preso, mas o delegado Olímpio da Cunha Fernandes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que à época investigava o caso, arbitrou fiança de R$ 1 mil. No entanto, dias depois, o titular da 12ª promotoria de Justiça Criminal, Marcos Regenold Fernandes, defendeu que o empresário teria de pagar o valor de R$ 104,5 mil.

Diante disso, o juiz João Bosco Soares da Silva, da 10ª Vara Criminal da Capital, determinou o aumento da fiança imposta ao empresário Marcelo Martins Cestari. De acordo com o magistrado, o homem deverá pagar o equivalente a 200 salários mínimos, o mesmo que R$ 209 mil, por ter cometido, em tese, crime de posse ilegal de arma de fogo.

Entretanto, o desembargador Rondon Bassil Dower Filho suspendeu os efeitos da decisão proferida pelo juiz João Bosco.

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Por: Hipernoticias

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Jovem para carro em oficina, desce vomitando sangue e morre

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Um homem de 27 anos, identificado como Thiago Vinicius de Jesus, morreu na tarde desta terça-feira (22) após passar mal na porta de uma oficina na avenida Miguel Sutil, em Cuiabá. De acordo com testemunhas, a vítima parou o carro e saiu vomitando sangue. Uma testemunha ainda afirmou que Thiago segurava um copo sujo de sangue. A polícia investiga a suspeita de envenenamento.

Segundo informações da Polícia Civil, Thiago estava dirigindo e, por volta das 17h30, parou em frente a uma oficina e começou a vomitar sangue. As pessoas que estavam por perto acharam que ele estava baleado e deitaram o homem no chão.

Logo ligaram para o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que orientou os populares a realizar manobras de reanimação na vítima. Mesmo com a chegada dos profissionais de saúde no local, Thiago não resistiu e morreu.

A hipótese de que ele tinha sido baleado foi descartada pela equipe médica que atendeu a ocorrência.

Durante necropsia, não foi localizado nenhum sinal de violência externa. Peritos coletaram material para exame toxicológico para apurar a suspeita de envenenamento. Também será realizado o exame histopatológico (análise laboratorial dos órgãos e tecidos para verificar se havia alguma doença preexistente).

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Polícia Civil aguarda resultado dos laudos para dar andamento às investigações.

PASSAGEM CRIMINAL

Thiago usava tornozeleira eletrônica. De acordo com informações do site do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, ele não tinha nenhuma condenação e respondia a apenas um processo. Ele foi denunciado por tráfico em dezembro do ano passado. Em setembro de 2019, ele foi preso por policiais militares com cerca de 400 gramas de maconha.

 

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