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Polícia

Jovem morre durante protesto por homem negro morto por policial branco nos EUA

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Na madrugada deste sábado (30), a polícia de Detroit (EUA) confirmou a morte de um jovem de 19 anos, baleado durante protestos pelo assassinato de George Floyd, um homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte por um policial branco de Minneapolis.

Os tiros foram disparados por um suspeito desconhecido, que dirigia um Dodge Durango cinza. A vítima chegou a ser encaminhada para um hospital da região, mas acabou morrendo. A polícia de Detroit não confirmou se o jovem participava dos protestos, mas disse que estava em meio a um tiroteio que aconteceu no centro da cidade, onde as manifestações seguem ocorrendo.

Mais cedo, o chefe da polícia de Detroit, James Craig, disse que uma pessoa havia sido presa depois de tentar atropelar um policial. “Não vou ficar parado e deixar que uma pequena minoria de criminosos entre aqui e ataque nossos policiais. Não vamos tolerar isso ”, disse Craig.

Protestos pelos EUA

Na madrugada de sábado (30), as manifestações se espalhavam por 17 estados americanos, atingindo cidades como Nova York, Los Angeles, Washington e São Francisco.

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O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou que a situação no estado continua “incrivelmente perigosa” durante uma entrevista coletiva nesta madrugada. A capital Minneapolis, onde cerca de 50 pessoas foram presas durante a madrugada, ainda é considerada o epicentro dos protestos mesmo após decretado um toque de recolher.

No início da noite de sexta-feira (29), a polícia de Washington precisou formar um cerco de proteção à Casa Branca.

Em Atlanta, manifestantes arremessaram bombas, tijolos e estilhaços de vidro na sede da CNN. A fachada do edifício também foi pichada e uma bandeira dos Estados Unidos foi queimada em frente ao prédio. Os manifestantes exibiram placas com a mensagem #BlackLivesMatter (“vidas negras importam”, em português).

Durante uma transmissão ao vivo dos protestos na cidade de Minneapolis, Omar Jimenez, um repórter da CNN, negro e latino, foi detido pela polícia, mesmo após se identificar como jornalista. O produtor Bill Kirkos e o fotógrafo Leonel Mendez, membros da equipe de Jimenez, também foram presos. O jornalista Josh Campbell, que é branco e estava no local, chegou a ser abordado, mas, diferente de Jimenez, não foi levado para a delegacia. Cerca de meia hora depois, todos foram soltos.

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Polícia

Sistema penitenciário possui 91 servidores positivos para Covid-19

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Um novo balanço elaborado em conjunto pela Secretaria de Segurança Pública (Sesp) e a Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária aponta que existem 91 servidores do sistema penitenciários de Mato Grosso contaminados com coronavírus.

Os dados, demonstram que houve um aumento de 30% dos casos em apenas quatro dias. Até o momento foi confirmada uma morte.

Um primeiro balanço atualizado até o dia 30 de junho, apontava que o estado tinha 70 servidores acometidos pela doença.

Quatro dias depois, em 4 de julho, a Sesp divulgou um novo levantamento que apontava mais 21 novos casos. Ou seja, o número de infecções chegou a 91.

A unidade que mais apresentou servidores com Covid-19 é a Penitenciária Central do Estado (PCE), localizada em Cuiabá, com 14 casos. Em segundo lugar vem à unidade de Várzea Grande com 13 e, em seguida, a Cadeia Pública de Alta Floresta (800 km de Cuiabá) com sete.

Em relação aos casos suspeitos, até o dia 30 de junho, haviam 127 casos. Quatro dias depois, o número de servidores que apresentaram os sintomas da doença subiu para 136. Isso quer dizer que houve um aumento de pouco mais de 7%.

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Por outro lado, 170 servidores testaram negativo para a doença. Os dados apresentam um aumento de 29% de redução em relação ao levantamento do mês passado. No fim do mês de junho, 131 servidores, que estavam com suspeitas, não tiveram a doença confirmada.

Por outro lado, 30 servidores foram curados pela doença.

Detentos

Em relação aos detentos, o levantamento aponta que Mato Grosso possui 145 presidiários com Covid-19. A unidade que mais apresenta números é a Cadeia Pública de Alta Floresta com 65 casos, seguida pela Cadeia Pública de Diamantino (200 km de Cuiabá) e Cáceres (240 km a Oeste) com 13.

Ao todo, duas mortes foram registradas. O número de mortes se mostrou inalterado em relação ao último levantamento.

por: Hipernoticia

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