conecte-se conosco


Entretenimento

José de Abreu ironiza apoios políticos de Luciano Huck: “Nosso Mick Jagger”

Publicado

No ar em “Segundo Sol” como Dorival, José de Abreu costuma usar seu Twitter
para falar de política e nesta quinta-feira (25) não foi diferente. Na rede social, o ator tratou com ironia a fala de Luciano Huck
sobre o segundo turno presidencial das eleições 2018, que é disputado por Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

Leia também: José de Abreu debocha de manifestações populares e de “Os Dez Mandamentos”


José de Abreu ironiza Luciano Huck
Divulgação

José de Abreu ironiza Luciano Huck

“Bom, se há uma coisa que eu posso dizer na boa é que o meu amigo Luciano Huck não ganha uma eleição presidencial há 16 anos! Apoiou o Serra, Alckmin, Serra de novo, Aécio, Alckmin de novo e nada! O amigo virou nosso Mick Jagger”, declarou José de Abreu
.

Leia também: Ex-global vê machismo e hipocrisia em críticas de José de Abreu a Regina Duarte

O comentário de Abreu faz referência a uma live do apresentador transmitida no sábado (20) no Facebook em que Huck faz um balanço sobre o momento eleitoral. Para acentuar a situação, nesta semana, um trecho editado do vídeo viralizou nas redes sociais como se o apresentador fosse um defensor da candidatura de Bolsonaro.

Leia mais:  Isis Valverde volta a chocar seguidores com corpão 16 dias após dar à luz

“Eu não estou dando opinião a favor de nenhum candidato. Eu fiz uma análise ao longo da semana das duas candidaturas. Os dois problemas que vejo nelas. No PT eu jamais votei e nunca vou votar, isso é fato. O Bolsonaro de novo, não estou falando… Levantei os problemas e acho que as pessoas podem sim amadurecer. Vamos ver, tem uma chance de ouro de ressignificar a política no Brasil, vamos aguardar. Eu não dei opinião nenhuma em quem eu voto, não estou fazendo campanha para ninguém. Eu não falando mal de ninguém, estou falando que temos que ser dirigentes. A gente vai cobrar, vai fiscalizar o governo seja quem for”, afirmou Huck no vídeo.

José de Abreu alfineta Regina Duarte


José de Abreu critica Regina Duarte por suposta propagação de informação falsa e diz que atriz não consegue decorar textos
Divulgação

José de Abreu critica Regina Duarte por suposta propagação de informação falsa e diz que atriz não consegue decorar textos

Com postura militante no Twitter, esta não é a primeira vez que Zé de Abreu mexe com os poderosos da Globo. Há algum tempo, o ator usou a rede social para criticar a postura política de Regina Duarte.

Leia mais:  Bispos pedem indenização a todo cristão lesado pelo especial do Porta dos Fundos

Leia também: José de Abreu critica posicionamento político de Regina Duarte na web

Numa série de mensagens, José de Abreu
disse que respeitou a colega quando ela apoiou a direita democrática, como Serra, Alckmin, Fernando Henrique Cardoso e Dória, mas que “não respeita artista que apoia o fascismo”.

Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  The National lança álbum visual com produção do cineasta Mike Mills

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  Bispos pedem indenização a todo cristão lesado pelo especial do Porta dos Fundos

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana