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José de Abreu critica Felipe Neto no Twitter: “Não nega a raça”

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Reconhecido pela militância e por seu posicionamento político, José de Abreu costuma entrar em conflito com outras personalidades públicas. Nesta quinta-feira (25), quem o ator da  Globo  criticou no Twitter foi Felipe Neto.

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José de Abreu ataca Felipe Neto no Twitter arrow-options
Reprodução/Instagram

José de Abreu ataca Felipe Neto no Twitter

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Um internauta questionou se Felipe Neto  achava “justa prisão do Lula”, em resposta ele falou sobre a prisão e o processo do ex-presidente: “Por tudo que ele já fez, sim, sem a menor dúvida, o lugar dele é na cadeia. Mas o processo que o prendeu é vagabun**, manipulado e juridicamente indefensável. Nesse assunto, concordo inteiramente com o Ciro”.  José de Abreu não aguentou e respondeu o tuíte de Felipe Neto o atacando.

 “Não nega a raça”, escreveu o ator da Globo  . Seguidores do ator o apoiaram e questionaram os comentários de Neto, que tem se mostrado cada vez mais politizado e vem usando suas redes sociais para discutir sobre o momento atual do País.

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“Eu não entendo esse ‘tudo que ele fez’, tudo o que? Lula até agora não teve um processo justo, como alguém pode dizer que ele deveria estar na cadeia? Esquizofrenia?”, questionou uma internauta.

“Que contrassenso o que ele disse! Se olharmos o que ele [Lula] fez, merece o Nobel e a presidência de novo, embora eu ache que o povo brasileiro merece do Lula uma banana”, declarou outro seguidor. “Quem conhece os processos para dizer que há provas que demonstram a prática de crime por Lula?”, questionou outro internauta.

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“Eu queria tanto entender esse ‘tudo o que ele fez’ que essa gente tanto odeia. Com certeza foi fortalecer a indústria nacional, gerar empregos, colocar o pobre na faculdade, investir em pesquisa e desenvolvimento no país. Isso é tudo que ele fez”, escreveu mais um internauta em apoio ao comentário de  José de Abreu  .

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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