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Jornalista Izabella Camargo revela que está com Síndrome de Burnout

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A jornalista Izabella Camargo, uma das apresentadoras da previsão do tempo na
Globo

e também dos programas jornalísticos como “Hora Um da Notícia”, “Bom Dia Brasil” e “SPTV”, revelou em sua conta no Instagram
que estava passando por momentos super estressantes, que estava atingindo a sua saúde física e mental. No desabafo, a jornalista agradeceu os profissionais que a ajudaram a passar por esse momento delicado de sua vida. 

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Jornalista Izabella Camargo desabafa sobre rotina e revela que está com Síndrome de Burnout
Reprodução/Instagram

Jornalista Izabella Camargo desabafa sobre rotina e revela que está com Síndrome de Burnout

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A jornalista Izabella Camargo
, 37 anos, compartilhou com seus fãs um #tbt, revelando estar pesquisando sobre a Síndrome de Burnout para o seu novo livro até que se indentificou com os sintomas da doença. 

“(…) Um dia sem pressa! Ali eu pude contribuir com o que estou sentindo na pele: o excesso de presente #burnout Em breve falarei mais sobre isso. Esse #tbt é valioso e é a prova de que por mais impossível que seja uma ideia, se existe verdade, amor e interesse genuíno em contribuir para uma sociedade melhor, vai dar certo! #gratidão #dêtempoaotempo #pausa #inspira #respeito”, disse. 

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Em complemento, disse que coisas boas e ruins passam, além de que as respostas para a luta contra essa síndrome não está na internet ou na farmácia, mas sim em contato com a natureza. 


Jornalista Izabella Camargo faz desabafo
Reprodução/Instagram

Jornalista Izabella Camargo faz desabafo

” (…) Coisas boas e ruins passam. Flores nascem e morrem. Pessoas e animais nascem e morrem. Sentimentos nascem e morrem. Atitudes surpreendem e decepcionam. Comportamentos começam e terminam … Esquecemos dessa verdade inexorável de tão simples que é a realidade. Entendo que as estações do ano nos lembram disso sempre. Tempo de se nutrir, de florescer, de se despedir das folhas e flores e silenciar para começar tudo de novo”, falou. 

Por fim, a jornalista Izabella Camargo
agradeceu aos médicos e terapeutas que estão ao seu lado colaborando para a sua melhora. ” (…) Sugiro que se você chegou até aqui respire profundamente e agradeça por tudo que te faz evoluir: espiritualmente, emocionalmente e fisicamente. Vai dar tudo certo! #namastê #inspira #respeito #dêtempoaotempo #ciclos #pausa #saúdemental”, concluiu. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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