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Política

Jornalista dará nome a escola em Várzea Grande

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Assembleia Legislativa aprovou, em primeira votação, o Projeto de Lei 515/17 que dá o nome do jornalista Paulo Maria Ferreira Leite, in memorian, à Escola Estadual do bairro São Simão, em Várzea Grande. Com parecer favorável da Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto a proposta foi aprovada nesta quarta-feira (21).

De autoria do presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM), a homenagem é alusiva ao legado deixado por Paulo Leite para Mato Grosso. Paulo Maria Ferreira Leite nasceu em Itacaré, em São Paulo, em 10 de julho de 1959 e faleceu, em Cuiabá, em 23 de abril de 2014.

“(Paulo Leite) mudou-se para Cuiabá no início da década de 1980, onde constituiu família e construiu uma invejável carreira de sucesso na área da Comunicação Social. Foi jornalista, escritor, poeta e, principalmente, brilhante profissional de marketing eleitoral, reconhecido nacionalmente”, diz trecho do projeto de lei.

O proejto destaca ainda a trajetória de Paulo Leite no cenário regional, especialmente, nas campanhas eleitorais. Uma delas, em 1982, quando foi assessor de imprensa de Júlio Campos à disputa ao governo de Mato Grosso. Em 1986, participou da campanha de Padre Pombo ao Senado da República e em 1990, coordenou a área de marketing do atual senador eleito, Jaime Campos. Em 1991 e 1995, respectivamente, comandou as secretarias de Comunicação do Governo do Estado e da Assembleia Legislativa.

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Paulo Leite também atuou, em 1998, como coordenador de propaganda do candidato Júlio Campos ao governo. Em 2002, colaborou na campanha do senador Antero Paes de Barros ao Palácio Paiaguás. Também chefiou a área de propaganda das eleições de 1996 e 2000 do ex-prefeito Jaime Campos, em Várzea Grande. Em 2006 comandou a campanha vitoriosa do então senador Jaime Campos.

Também coordenou o marketing da campanha da prefeita Lucimar Campos à Prefeitura de Várzea Grande em 2012. “Paulo Leite foi repórter político de ofício, mas cultivou o terreno fértil da publicidade, tendo produzido inúmeras peças para as mídias impressas e televisivas. Trabalhou no Diário de Sorocaba, em São Paulo, onde ajudou a fundar o Partido dos Trabalhadores”, destaca Botelho na proposta, que foi amplamente defendida pelo deputado Wilson Santos durante a votação.

Em Cuiabá, atuou nos jornais do Dia, de Mato Grosso e Equipe. Comandou a TV Cidade Verde (SBT) e foi diretor de criação da Época Propaganda; diretor-proprietário da Produtora Canal Um e consultor no Senado Federal. Além disso, seu vasto curriículo inclue ainda dois livros publicados: "Em Busca do Arco-íris", dedicado ao público infantil; e "Parece que foi assim…", com crônicas humorísticas da política mato-grossense.

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Política

Depois de anunciar sanção, Bolsonaro diz que ainda espera MP para oficializar auxílio de R$ 600

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Por Guilherme Mazui, G1 — Brasília

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (2) que vai enviar uma medida provisória para o Congresso antes de publicar a sanção do auxílio de R$ 600 mensais para trabalhadores informais. O auxílio é uma medida para amenizar os efeitos da pandemia de coronavírus na economia.

Bolsonaro disse que sancionou o projeto, aprovado pelo Congresso, nesta quarta (1º). Mas o texto ainda não foi publicado no “Diário Oficial da União”. Por isso, na prática, ainda não está valendo.

De acordo com o presidente, ele quer que a MP garanta a legalidade do gasto extra, já que o auxílio sairá dos cofres do governo. O presidente argumentou que o Congresso tem que avalizar a criação de novas despesas e apontar as fontes de onde sairá o dinheiro.

“Assinei ontem [quarta], estava aguardando outra medida provisória, porque não adianta dar um cheque sem fundo. Tem que ter o crédito também”, afirmou.

Segundo o presidente, a MP deve sair nesta quinta. “Uma canetada minha errada é crime de responsabilidade, dá para vocês entenderem isso? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Vocês querem que eu cave minha própria sepultura? Não vou dar esse prazer para vocês”, completou o presidente, se dirigindo a jornalistas.

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No entanto, analistas dizem que não é necessária a MP para liberar os pagamentos. Eles afirmam que em momentos de calamidade (o estado de calamidade já foi pedido pelo governo e reconhecido pelo Congresso), gastos extras estão autorizados. Além disso, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes decidiu que, na atual situação, os gastos são legais (veja mais abaixo).

Mesmo sem ter oficializado a sanção e a MP, Bolsonaro disse que o operação para pagar o benefício está a “todo o vapor”, com previsão de início dos repasses na próxima semana.

“Está a todo o vapor, semana que vem começa a pagar”, afirmou o presidente.

Segundo o governo, o auxílio de R$ 600, que será pago por três meses, beneficiará 54 milhões de pessoas com um custo de R$ 98 bilhões. A MP que o presidente precisa publicar no ‘Diário Oficial’ deverá abrir o crédito extraordinário destes R$ 98 bilhões.

O que dizem os especialistas

O economista e professor do IDP José Roberto Afonso, um dos idealizadores da LRF, também entende que o governo não precisa de PEC para começar a efetuar os pagamentos.

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“Não falta o recurso, o recurso tem que sair da dívida pública. Não falta autorização, o Congresso já aprovou calamidade pública em todo território nacional. Eu acho que não falta boa disposição de governadores, prefeitos, que inclusive estão fazendo o que o governo federal devia estar fazendo”, afirmou.

“O Congresso aprovou tudo que foi pedido ao Congresso. O Supremo aprovou tudo que foi pedido a ele. O que não pode é a cada momento ficar querendo aparecer novas dúvidas, novas questões e isso justificar você não agir”, completou.

Para Felipe Salto, diretor-executivo da Instituição Fiscal Independente, entidade ligada ao Senado, o pagamento pode ser viabilizado por medida provisória. Por isso, segundo ele, cabe ao governo tomar a iniciativa.

“O pagamento do auxílio de R$ 600, ele independe de aprovação de PEC. Ele pode ser viabilizado de imediato a partir de uma edição de uma MP, um ato do Poder Executivo, então a bola está na mão do presidente da República, para que esse gasto seja feito o mais rápido possível”, afirmou.

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