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Brasil / Mundo

Jornalista da Globo é critica por cobertura do desastre em Brumadinho

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Na última sexta-feira o Brasil foi pego de surpresa com o rompimento da barragem de Brumadinho (MG). O desastre tomou conta do noticiário e das redes sócias, onde as pessoas compartilhavam informações e prestavam solidariedade as vítimas.

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Isabela Scalabrini foi criticada na web por sua cobertura do desastre em Brumadinho
Reprodução

Isabela Scalabrini foi criticada na web por sua cobertura do desastre em Brumadinho

Por conta disso, a programação de sábado (26) na televisão foi repleta de boletins jornalísticos com atualizações sobre a situação local. Pela Globo, a jornalista Isabela Scalabrini estava no local, onde tentava colher informações com autoridades, bem como moradores locais. A cobertura de Scalabrini do desastre de Brumadinho foi muito criticada por espectadores.

Ao longo da tarde a jornalista entrou na programação da rede Globo durante o “Jornal Hoje”, além da GloboNews ao longo do dia. Na internet, ela foi chamada de “insensível”, “inconveniente” e até acusada de atrapalhar os trabalhos locais.

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No IML, ela visitou uma sala onde os parentes de pessoas desaparecidas informavam seu sumiço. Lá, ela conversou com esses familiares, e perguntou, por exemplo, se elas estavam emocionadas. Sem conversar previamente com os entrevistados, ela os abordava ao vivo e tentava conseguir alguma informação deles.

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Depois da repercussão, Isabela Scalabrini deletou suas redes sociais. A jornalista é âncora do jornal local “MG1” e atua na emissora desde 1980. Antes de Brumadinho , ela já havia participado de outras grandes coberturas jornalísticas.

Fonte: IG Delas
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Brasil / Mundo

Telescópio Hubble divulga imagem inédita de nebulosa do Caranguejo do Sul

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Telescópio comemora 29 anos no espaço. Objeto cósmico é formado por duas estrelas desiguais.

O telescópio Hubble divulgou nesta quinta-feira (18) uma imagem inédita da nebulosa do Caranguejo do Sul para comemorar seus 29 anos no espaço.

A nebulosa é um dos muitos objetos que o Hubble desmistificou ao longo dos anos no espaço. Segundo o comunicado da Nasa e da Agência Europeia Espacial (ESA, na sigla em inglês), a nova imagem aumenta a compreensão sobre a nebulosa e demonstra as capacidades continuadas do telescópio.

Todo ano, para comemorar seu “aniversário”, o telescópio divulga uma nova imagem de seus objetos de estudo no espaço que sejam bonitos e significativos.

Par de estrelas forma a nebulosa

A nebulosa do Caranguejo do Sul tem estruturas aninhadas em formato de ampulheta e foi criada pela interação entre um par de estrelas no seu centro. O par desigual consiste em uma estrela gigante vermelha e uma estrela anã branca.

Uma estrela anã é pequena para ser qualificada como estrela, ou seja, tem massa menor e raio inferior às gigantes. É o tipo mais comum e o Sol é uma estrela anã. Já a estrela gigante é uma estrela de raio e luminosidade maiores.

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A gigante vermelha é uma estrela luminosa em fase avançada da evolução estelar.

No caso da nebulosa do Caranguejo do Sul, a estrela gigante vermelha está derramando suas camadas externas na última fase de sua vida antes de também viver seus últimos anos como uma anã branca. Parte do material que sai da gigante vermelha é atraído pela gravidade da sua companheira.

De acordo com a ESA, quando uma quantidade suficiente deste material é puxada para a estrela anã branca, ela também ejeta o material para fora em uma espécie de erupção, criando as estruturas da nebulosa. Eventualmente, a estrela gigante vermelha terminará este processo de eliminar suas camadas externas e parará de alimentar sua companheira. Antes disso, mais erupções podem ocorrer, criando estruturas ainda mais complexas.

A nebulosa foi descrita pela primeira vez em 1967, mas era considerada uma estrela comum até 1989, quando foi observada com ajuda de telescópios. A imagem resultante mostrou uma nebulosa extensa em forma de caranguejo, formada por bolhas simétricas de gás e poeira.

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Em 1999, o Hubble voltou a fazer imagens da nebulosa revelando toda sua estrutura e sugerindo que o fenômeno que criou as bolhas externas ocorreu duas vezes no passado astronômico recente.

A nova imagem feita pelo Hubble contribui para o estudo da história de um objeto ativo e em evolução.

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