conecte-se conosco


Entretenimento

Jojo Todynho e MC Carol trocam farpas: “Vamos ver quem vai ser esquecida?”

Publicado

A noite da última quinta-feira (28) foi agitada para os fãs de Jojo Todynho e MC Carol, já que as cantoras trocaram farpas na web nos comentários de uma foto publicada pela voz de Que Tiro Foi Esse
.

Leia mais: MC Carol se envolve em briga com Antonia Fontenelle


MC Carol
Reprodução/Instagram

MC Carol




Tudo começou quando Jojo Todynho
publicou uma imagem, com uma legenda empoderada e dizendo não se importar se o look evidenciava suas imperfeições. “Roupa branca marca celulite? E daí? Vai ser feliz”, escreveu a carioca.

No entanto, MC Carol aproveitou para alfinetar a funkeira
, nos comentários da foto. “Tá linda, Jojo. Pena que é só por fora”, disse. A amiga de Anitta não deixou barato e respondeu a colega. “Nem vale a pena perder meu tempo te respondendo. Porém, vou falar: esse comentário seria para você mesmo, né, gata?”.

Leia mais: Valesca Popozuda se envolve em barraco na web com ex-BBB

E não parou por aí. Mesmo sem citar nomes, a funkeira fluminense publicou um texto em seu Instagram, o que foi entendido por seus seguidores como uma indireta para Jojo. “Vamos ver quem vai ser mais esquecida quando a dinda Nitta virar as costas. Nem compor você compõe”, disse.

Leia mais:  Integrantedo NX Zero estreia na direção com o clipe “Dei de Cara”

E não parou por aí. “Seu show é feito por duas músicas e o meu é de uma hora de músicas só minhas, todas feitas por mim. Minha fama foi construída numa época que não tinha nem Instagram
direito, sem patrocínios e sem dinheiro”, disparou a cantora de Niterói.

Após a alfinetada, Jojo não se pronunciou diretamente sobre o assunto, mas também deixou um texto em suas redes sociais. “Que as opiniões alheias virem dinheiro em nossas costas, e se organizar direitinho e cada um cuidar da sua, pode ter certeza que será feliz da maneira que quiser”, finalizou.

Leia também: Patrícia Leitte e Paula Amorim discutem na internet

As alfinetadas repercutiram no Twitter e acabaram causando controvérsias entre os fãs das artistas. “Ao invés de uma estar apoiando a outra, estão aí querendo se matar. Vocês já foram melhores”, escreveu um internauta. E os comentários engraçados não ficaram de fora.

“Essa briga entre Jojo Todynho
e MC Carol é melhor do que qualquer outra treta no nosso país”, brincou um usuário da rede. “Minha noite de quinta-feira ficou muito mais animada com essa briga, obrigada por tudo, funkeiras”, comentou outro. 

Leia mais:  Ratinho abre o jogo sobre trocar SBT pela Globo

Comentários Facebook
publicidade

Entretenimento

A Voz do Brasil faz 85 anos

Publicado

O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

Leia mais:  Antes de morrer, princesa Diana faria filme com Kevin Costner

Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Leia mais:  João Gordo associa álbum clássico à política: “Letras fazem mais sentido hoje”

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

Mato Grosso

Entretenimento

Esportes

Mais Lidas da Semana