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João Kleber relembra seus 44 anos de carreira: “Na RedeTV, ganhei da Globo”

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Ao participar do programa “SuperPop” de Luciana Gimenez nesta segunda-feira (2), João Kleber relembrou momentos especiais dos seus 44  anos de carreira. O apresentador contou que quando saiu da Globo para a RedeTV!  pensou que ou era o fim de sua carreira ou ganharia da ex-emissora.

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Reprodução/Instagram

João Kleber













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“Saí [da Globo ] junto, praticamente, com o Boni [José Bonifácio de Oliveira Sobrinho]. Quando eu disse que ia participar da RedeTV! , começaram a zoar. Falavam: ‘ou você encerra a carreira ou volta para a Globo’. Preferi dar duas outras alternativas: ou encerro a carreira ou ganho da Globo. E ganhei da Globo”, contou João Kleber , com orgulho.

O apresentador relembrou o início da carreira com Luciana: “Cheguei em janeiro na Globo, estava todo mundo de férias e eu não tinha aonde ficar. Dormi na praia. Depois de um mês que tive um colchão com lençol para dormir, na casa da mãe da Helô Pinheiro”, revelou.

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Kleber conta também de quando recebeu sua grande chance ao lado de Chacrinha, que estava doente na época. “Tinha 26 anos. A crítica ficou surpresa com a minha performance. O Boni falou: ‘Chacrinha morreu, morreu o programa. Você vai continuar na Globo fazendo quadros de humor’”.

João, que quase ocupou os domingos da Globo , conta também de quando Faustão começou a comandar o dia da semana: “O Boni fez um piloto mais irreverente comigo e outro de entretenimento e games com César Filho. Ele foi transparente, falou ‘estamos negociando com o Fausto Silva e pensando em trazê-lo’. Quando o Faustão veio para a Globo , fiquei dois anos no [quadro] Jogo da Velha, trabalhando com ele”.

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Durante a conversa no programa, João Kleber falou sobre a ex-mulher, Wânya Barros, que faleceu vítima de câncer, em 2015. “Foi uma parceirona, uma pessoa maravilhosa, me ajudou a ganhar, economizar, construir patrimônio. Quando a gente separou, 60% do patrimônio foi para ela. Eu disse ‘ela merece até mais’”, disse.

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Monja Coen diz que o autoconhecimento pode ser antídoto para pandemia

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O programa Impressões, da TV Brasil, convidou a Monja Coen, fundadora da Comunidade Zen Budista Zendo Brasil, para falar sobre as aflições típicas dos tempos de pandemia e apontar caminhos para se buscar o equilíbrio neste momento.

Mestra dos ensinamentos de Buda e autora de diversos livros, ela recomenda a meditação, que começa pela respiração consciente. Coen admite: “Quando comecei a meditar era muito difícil. Colocava um reloginho à minha frente e cinco minutos pareciam uma eternidade. Era um horror”. Durante a entrevista, a monja ensina algumas técnicas que podem ajudar os iniciantes na prática, que garante trazer alívio para incômodos emocionais comuns neste período, como ansiedade, medo e raiva.

“Você perceber o que está acontecendo com você é a única maneira de você ter algum controle. E não é controlar as emoções. É percebê-las e deixar que passem. Quando a gente fala de budismo, a gente fala de autoconhecimento e autoconhecimento é libertação”, afirma a religiosa.

Este não é um momento para acerto de contas emocionais, nem para remoer os rancores, segundo a monja, mas de considerar tudo o que foi vivido como uma bagagem extra para encarar o presente com plenitude.

“O que passou serviu como uma experiência para o que estamos passando agora, e o que vai chegar, ainda não chegou. Estar presente no momento e ver com plenitude o agora é a única maneira de atravessarmos (esta fase). Só tem uma maneira: atravessar com presença pura. Nós dizemos, no budismo, que presença pura é sabedoria”, ensina Coen.

A missionária zen-budista declara respeito a outras religiões e reconhece que, qualquer que seja o caminho escolhido, exige determinação.

“A mente é incessante e luminosa. Ela não para. Tem inúmeros estímulos. Você pode perceber esses estímulos todos e escolher o que você quer estimular. Como você escolhe que programa você assiste, que livro você lê, como você escolhe seus amigos e como você conversa com essas pessoas e quais são os assuntos. Através das nossas escolhas, nós vamos encontrando estados mentais. E podemos encontrar estados mentais de tranquilidade que a gente chama de estado Buda, de sabedoria e compaixão, onde há tranquilidade, assertividade e ternura”, afirma.

A monja explica que o estado mental tem relação com a imunidade. Manter aceso o olhar curioso da criança, de ver o mundo de uma forma inédita e se apaixonar pelos pequenos detalhes, pode ser um hábito poderoso. “A imunidade depende do nosso estado de tranquilidade. Não só, mas muito. Quando o coração fica quentinho, quando é gostoso. A gente tem que encontrar alguma coisa na vida que sinta prazer em ver”, acrescenta.

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Quanto aos questionamentos com os quais muitas pessoas se deparam na atual situação, a monja é assertiva: “Pare de se lastimar e falar ‘queria poder abraçar’. Tem que ser bom agora. Onde você está é o melhor lugar do mundo, porque sua vida está aqui. Aprecie a sua vida. Aprecie as pessoas perto de você”.

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