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Jéssica Lopes tenta superar fase “peladona de Congonhas” com ensaio na Europa

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Jéssica Lopes, a famosa “Peladona de Congonhas”, posa sensual
para ensaio e está na Europa participando de um  concurso
 internacional de fotografia.

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Jéssica Lopes está participando de um concurso de fotografia internacional em Londres, na Inglaterra
Vladimir Espindola | CO Assessoria

Jéssica Lopes está participando de um concurso de fotografia internacional em Londres, na Inglaterra


As fotos do ensaio foram feitas em Londres, num bar chamado “The Bridge Café”. O ensaio foi inspirado no filme Moulin Rouge e teve um ambiente no estilo vintage. A modelo Jéssica Lopes
falou sobre participar desse tipo de ensaio: “Foi maravilhoso e diferente participar de um ensaio que faz referência à moda feminina e sensual dos anos 20”.

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No ensaio, a loira usou espartilhos e muito roupa da cor vermelho da época e sensualizou para o fotógrafo brasileiro Vladimir Espindola, que é participante do concurso. As foto vão concorrer ao prêmio “World Photographic Cup 2019”, na categoria Portrait. “Será um sucesso”, afirmou Espindola.

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O objetivo do concurso é unir fotógrafos em espírito de amizade e cooperação. Em 2019, o Brasil será representado em todas as categorias. O final do evento vai acontecer no mês de abril do ano que vem.

Jéssica Lopes nas redes sociais


Jéssica Lopes
Vladimir Espindola | CO Assessoria

Jéssica Lopes


A modelo ficou conhecida como “Peladona de Congonhas” após tirar a roupa no aeroporto. Nas redes sociais, a loira sempre compartilha fotos sensuais com seus mais de 123 mil seguidores do Instagram.

A foto mais recente da modelo é uma em que ela está usando a roupa do time Chelsea, da Inglaterra e está sensualizando levantando a blusa para mostrar seus seios. Nos comentários, seus fãs não deixaram de elogiar: “Musa dos meus sonhos”, “Maravilhosa”, “Sou Tottenham, mas estou pensando em mudar para Chelsea”, foram alguns dos comentários.

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Lopes superou um câncer no colo do útero que descobriu em 2015 e foi submetida a um procedimento cirúrgico de emergência por causa da doença. Jéssica Lopes
também já posou para revista masculina Playboy da Itália e do México em 2017.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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