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Jennifer Lopez posa seminua para a Instyle, fala de carreira e machismo

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Exibindo suas curvas impecáveis e com uma representatividade que só ela tem, Jennifer Lopez posa seminua para a revista Instyle
na edição de dezembro. Nas imagens, a cantora aparece com um tecido brilhante verde cobrindo suas partes íntimas. O ensaio fotográfico foi feito por Anthony Maule.

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Jennifer Lopez posa seminua para revista e fala de carreira
Reprodução/ Revista Instyle

Jennifer Lopez posa seminua para revista e fala de carreira

Aos 49 anos, além do ensaio onde Jennifer Lopez posa seminua
, a cantora também concedeu uma entrevista para a revista Instyle e falou sobre como seria sua carreira
se não tivesse seguido seus sonhos. “Se eu não tivesse ambições, provavelmente teria me casado e engravidado após o colegial, e depois ter arrumado um trabalho em algum banco de Castle Hill, como minha tia fez. Eu tinha sonhos e ideias bem diferentes”.

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Trabalhando em seu novo filme, “Second Act”, a artista tem refletido muito sobre sua carreira e lembra momentos que passou com uma prima quando ela atuou em “Selena” (1997). “Ela dizia que sempre que me via na TV ou no cinema, pensava: ‘Ela está assustada, mas está fazendo assim mesmo’. E ele estava absolutamente certo – eu estava apavorada. Mas eu realmente queria tentar. Eu queria fazê-lo.”

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O novo filme da atriz tem lançamento previsto para dezembro nos EUA. Jennifer interpreta uma garota da periferia sem faculdade que de repente se vê do outro lado do rio em Manhattan, navegando em um mundo de glamour e poder.


Jennifer Lopez posa seminua para revista
Reprodução/Revista Instyle

Jennifer Lopez posa seminua para revista

Lopez também falou sobre machismo e sexismo. Em um momento em que as mulheres estão se posicionando contra a violência contra as mulheres de todas as maneiras possíveis, a atriz ressalta a importância da voz feminina. “Acho que estamos em um momento muito poderoso em que as mulheres estão falando”.

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J. Lo ainda faz uma crítica referente ao pensamento que algumas pessoas cultivam sobre as mulheres fazerem muitas coisas ao mesmo tempo. “Eu não entendo porque você não pode ser atriz, cantora e dançarina também […] Assim, é assim que todo esse negócio começou. Entretenimento! E por que você não pode ser engraçado e também ser uma atriz dramática? OK, algumas pessoas não podem fazer as duas coisas. Mas se eles puderem, deixe-os!”

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A cantora também aproveitou para falar sobre seu relacionamento com Alex Rodriguez. “Agora as pessoas conseguem ver que esse cara que eles pensavam ser esse atleta intransigente é, tipo, um pai bobo que ama seus filhos e celebra sua namorada”. E continuou: “Todo mundo tem falhas, e as pessoas que eu quero na minha vida são as pessoas que reconhecem isso e estão dispostas a trabalhar naquelas falhas”.

Para finalizar a entrevista onde Jennifer Lopez posa seminua
, a artista ainda revela o que busca em uma relação. “É super importante: Alguém que está disposto a olhar para si mesmo e dizer: “OK, eu não sou ótimo aqui” ou “Eu poderia fazer melhor lá”.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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