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“Já foi”, diz Fábio Assunção no “Conversa Com Bial” sobre relação com as drogas

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Fábio Assunção no “Conversa com Bial” na última quarta-feira (31) falou sobre sua relação com drogas
, prisão após uma confusão na cidade de Arcoverde, no sertão de Pernambuco, onde estava para o lançamento do documentário  Eu Sonho Para Você Ver
, e as polêmicas com o seu nome nas redes sociais. Segundo o ator, ele está vivendo uma nova fase.

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Fábio Assunção no
Reprodução/Instagram

Fábio Assunção no “Conversa Com Bial” fala sobre drogas, polêmicas e prisão

Fábio Assunção no “Conversa com Bial”
falou que a sua dependência química está sob controle. “Já tive uso exagerado e uma relação obsessiva. É uma coisa que pode acontecer, você não sabe se o uso recreativo vai te levar a isso. Para mim esse assunto já foi, estou em outra fase. É um assunto muito recorrente, tem uma coisa de estigma que tenho que lidar”.

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Sobre o acontecimento durante a divulgação do seu documentário, o ator revelou detalhes, dizendo que na ocasião levou três chutes na cara e que se exaltou com a polícia pois no hospital estavam fazendo gravações suas sem o seu consentimento. 

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“Eu já estava comemorando o fim das filmagens do documentário. Saí para fazer xixi lá fora, alguém chegou, teve uma discussão, briga, foi ruim. Levei três chutes na cara, rolei um barranco, as pessoas filmando. É muito cruel isso também. Você fica nessa impotência, num lugar que não era minha cidade, não conhecia ninguém ali, estava com a minha equipe desse doc, comemorando um trabalho”, relembra. 


Fábio Assunção no
Reprodução/Instagram

Fábio Assunção no “Conversa com Bial”, o ator estreia a peça de teatro Dogville

“Falei ‘não quero ir para o hospital porque vão me filmar’, porém eu fui pro hospital, mas uma pessoa saiu da UTI pra me filmar. Saí do hospital completamente desesperado. A gente chamou a polícia e ela achou que teria alguma confusão. Obviamente saí do tom, não tratei a polícia com respeito, gritei com eles. Imediatamente fui algemado, foi uma coisa muito violenta. Reagi, foi tudo errado”, assume.

Conhecido por ser um dos famosos envolvidos em polêmicas,
o ator contou que seu filho João, fruto do seu relacionamento com a atriz Priscila Borgonovi, o ajuda com os memes nas redes sociais. 

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“Sempre achei os memes ofensivos. Conversei com meu filho, falei que estava pensando em processar um deles e ele disse: ‘pai, não faz isso não, é zoeira’. Vi que estava pegando pilha, levando a sério. Daqui a pouco alguém toma um porre na sexta e eu vou perder o título”, diverte-se”, conta  Fábio Assunção no “Conversa com Bial”

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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