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Irmão de Bruno Gagliasso ironiza: “última quarta que a gente briga por voto”

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Quem acompanha as fofocas sabe que os ânimos andam exaltados na família Gagliasso. Para apimentar mais a situação, o irmão de Bruno de Gagliasso, Thiago, compartilhou um pequeno vídeo em sua conta do Instagram
brincando sobre a proximidade das Eleições 2018 e o fim das brigas entre familiares.

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Irmão de Bruno Gagliasso chama atenção na web ao falar de política
Divulgação

Irmão de Bruno Gagliasso chama atenção na web ao falar de política

“Fala, galera! Estou aqui para lembrar que hoje é a última quarta-feira que a gente briga com a família, com os amigos, com gente que a gente nem conhece e a gente já tá brigando por voto, por essa política que está desgastando todo mundo. Mas teve o lado bom de ver muita gente opinando, de ver certas pessoas querendo se informar sobre o assunto, entender mais sobre isso tudo”, iniciou o irmão de Bruno Gagliasso
.

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Irmão de Bruno Gagliasso causa na web ao falar da Lei Rouanet
Divulgação

Irmão de Bruno Gagliasso causa na web ao falar da Lei Rouanet

Por falar em política e brigas em família, Thiago protagonizou uma que deu o que falar recentemente. Após receber críticas de sua cunhada, a atriz Giovanna Ewbank, por seu posicionamento político, o irmão de Bruno tratou de expor a troca de mensagens entre os dois.

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Na fatídica conversa, Gio aparentemente discute com Thiago por um comentário que ele teria feito sobre a “televisão estar morrendo”. Na imagem que circula pela web, a atriz deu a entender que o cunhado era mal-agradecido pela ajuda que receberia do marido.

“Amorzinho. Espero que quando o seu desejo da ‘TV morta’ se realize (porque deve ser isso mesmo) vocês estejam preparados para: Não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; não ter o apartamento de São Paulo do seu irmão para ficar; entre outras tantas coisas…”.

Mais polêmicas do irmão de Bruno Gagliasso

Além das brigas em família, Thiago, que assumidamente apoia o candidato à presidência Jair Bolsonaro, chamou atenção por compartilhar uma foto após o fim da peça de teatro que produziu. Na legenda, o artista abusou da ironia dando a entender que não precisou de auxílio da Lei Rouanet
, que incentiva a cultura em solo nacional.

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“A PAZ de quem escreveu uma peça… e fez acontecer sem precisar da tal da Lei… Obrigado as empresas que me apoiaram”, escreveu em sua publicação no Instagram. Na mesma postagem, internautas questionaram o irmão de Bruno Gagliasso
: “e os empresários são o que?”, comentou uma seguidora ao explicar que os empresários também alimentam a Lei Rouanet no país.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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