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Irmão de Bruno Gagliasso ironiza confusão e pede bolsa auxílio a Bolsonaro

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Thiago Gagliasso, irmão de Bruno Gagliasso, usou o Instagram nesta quinta-feira (25) para compartilhar uma interação com o candidato à presidência Jair Bolsonaro
(PSL). 

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Irmão de Bruno Gagliasso brinca com candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL)
Reprodução/ Instagram

Irmão de Bruno Gagliasso brinca com candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL)

Aproveitando os ânimos exaltados da família por conta de opiniões políticas divergentes, o irmão de Bruno Gagliasso
brincou com a situação pedindo ao candidato a criação de um “bolsaIrmão”, afirmando ter “dado ruim” apoia-lo.

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Após a piadinha, Thiago foi respondido por Bolsonaro e fez questão de tirar um print do acontecimento e postar com a seguinte legenda: “Marque aqui seu amigo(a) que depois de expressar seu voto nessas eleições vai precisar de uma ‘BOLSA’ ‘ Irmão, Amigo, Pai, Mãe, Primo, parceiro do trabalho, ‘bolsa’ grupo de whatsapp… de tanto que brigou nessas eleições! Esta acabando! Vamos! Por um presidente que saiba separar divergências #foraPT  #17RJ #20”.

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Em poucas horas no ar a publicação já ultrapassa 30 mil curtidas, além de comentários de pessoas que se identificam com a brincadeira. “Preciso de um bolsamãe e padrasto”, escreveu um seguidor. “Vou precisar também”, garantiu o segundo. Outro ainda repreendeu o desentendimento
: ” Thiago, não fique brigado com o seu irmão, isso é muito triste”.

A treta entre a família Gagliasso


Irmão de Bruno Gagliasso está protagonizando polêmicas sobre política na família
Divulgação

Irmão de Bruno Gagliasso está protagonizando polêmicas sobre política na família

Quem acompanha as fofocas sabe que os ânimos andam exaltados na família Gagliasso. Enquanto Thiago deixa claro seu apoio a Jair Bolsonaro, Bruno segue totalmente contra o candidato.

Na última quarta-feira (24) ele fez questão de apimentar mais a situação, e compartilhou um pequeno vídeo no Instagram brincando sobre a proximidade das Eleições 2018 e o fim do desentendimento entre familiares.

“Estou aqui para lembrar que hoje é a última quarta-feira que a gente briga com a família, com os amigos, com gente que a gente nem conhece e a gente já tá brigando por voto, por essa política que está desgastando todo mundo. Mas teve o lado bom de ver muita gente opinando, de ver certas pessoas querendo se informar sobre o assunto, entender mais sobre isso tudo”, falou ele.

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Recentemente, Thiago expôs a troca de mensagens com a cunhada Giovanna Ewbank, em que mostra a  atriz o criticando por seu posicionamento político.

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Na fatídica conversa, Gio aparentemente discute com o irmão de Bruno Gagliasso
por um comentário que ele teria feito sobre a “televisão estar morrendo”. Na imagem que circula pela web, a atriz deu a entender que o cunhado era mal-agradecido pela ajuda que receberia do marido.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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