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Irmão de Bruno Gagliasso faz brincadeira na web e divide opiniões

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Thiago Gagliasso
, irmão de Bruno Gagliasso voltou a causar polêmica e relacionar seu nome com o irmão ao publicar foto em suas redes sociais
neste sábado (27). Na imagem, o rapaz apareceu com o rosto ensanguentado e brincou sobre ter sido agredido em uma festa.

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Irmão de Bruno Gagliasso faz piada e divide opiniões
Reprodução/Instagram

Irmão de Bruno Gagliasso faz piada e divide opiniões

“Segundo a mídia… irmão de ator famoso, se envolve em confusão e sai agredido de boate em SP #MaeÉMentira”, escreveu o irmão de Bruno Gagliasso
na legenda da publicação, que dividiu opiniões entre os seguidores. Alguns acharam a brincadeira de caráter duvidoso.

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“Cara pra que isso??? Isso tudo é inveja do seu irmão… Por ele ser talentosíssimo e vc ser um merdinha que quer fama nas redes sociais??”, questionou um internauta. “Isso tudo para chamar atenção do seu irmão?”, perguntou outro seguidor. “Você é doente. Socorro!”, disse mais um.

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Outras pessoas levaram na brincadeirae não condenaram o rapaz. “Você é fod** CARA!!! To com você! Admiração eterna por você!”, escreveu um. “Você é o melhor”, disse outro seguidor.

Ententa confusão com o irmão de Bruno Gagliasso


Irmão de Bruno Gagliasso, Thiago Gagliasso, expõem discussão com Giovanna Ewbank no Instagram.
Reprodução/Instagram

Irmão de Bruno Gagliasso, Thiago Gagliasso, expõem discussão com Giovanna Ewbank no Instagram. “Seja bem vindo a realidade”, disse o rapaz

A roupa suja da Família Gagliasso foi lavada publicamente há uma semana quando Thiago Gagliasso postou uma suposta discussão que teve com Gio Ewbank, sua cunhada, sobre um comentário que teria feito sobre a ‘televisão estar morrendo’, além de fazer duras criticas sobre a vida da estrela. Entretanto, Thiago, que também é ator, esquentou mais a briga, dizendo que leis de incentivo fiscais para financiar o seu espetáculo.

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“A paz de quem escreveu uma peça… E fez acontecer sem precisar da tal da Lei! Luciano Salles [diretor da peça], obrigado às empresas que me apoiaram! Partiu SP”, escreveu o irmão de Bruno Gagliasso
. Enquanto isso, Bruno Gagliasso está no Rio de Janeiro gravando sua próxima novela das 21h, “O Sétimo Guardião”, onde é protagonista. E Gio Ewbank em esteve, onde gravou o programa, “No Paraíso Com Gio Ewbank”, com o irmão Gian Luca para o GNT.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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