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Irmão de Bruno Gagliasso expõe briga com Gio Ewbank: “as verdades chegam”

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Thiago Gagliasso
, irmão de Bruno Gagliasso, usou seu perfil no Instagram neste domingo (21) para expôr uma suposta discussão que teve com a cunhada, a apresentadora e atriz Giovanna Ewbank
. Thiago, que em diversos momentos já mostrou ser partidário do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL), enquanto seu irmão e Gio fazem campanha contra, mostrou uma mensagem sobre uma suposta discussão que teve sobre um comentário que teria feito sobre a ‘televisão estar morrendo’, além de fazer duras criticas sobre a vida da estrela. 

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Irmão de Bruno Gagliasso, Thiago Gagliasso, expõe discussão com Giovanna Ewbank no Instagram.
Reprodução/Instagram

Irmão de Bruno Gagliasso, Thiago Gagliasso, expõe discussão com Giovanna Ewbank no Instagram. “Seja bem-vindo a realidade”, disse o rapaz

Na imagem compartilhada pelo irmão de Bruno Gagliasso
, a mensagem entretanto é do dia 08 de outubro, então dá a entender que algo aconteceu na família durante esse período. Bruno, também citado na mensagem tanto por Gio como por Thiago sobre a presença da TV, é protagonista da nova novela das 21h, “O Sétimo Guardião”, que estreia mês que vem na Globo. 


Irmão de Bruno Gagliasso expõe discussão com Giovanna Ewbank
Reprodução/Instagram

Irmão de Bruno Gagliasso expõe discussão com Giovanna Ewbank

“Amorzinho. Espero que quando o seu desejo da “TV morta” se realize (porque deve ser isso mesmo) vocês estejam preparados para: Não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; não ter o apartamento de São Paulo do seu do seu irmão para ficar; entre outras tantas coisas…”, disse Gio Ewbank na mensagem. 

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Irmão de Bruno Gagliasso responde Gio Ewbank 

Thiago respondeu a cunhada na lengenda da foto, ressaltando que a estrela gosta de expôr a sua vida pessoal, citando o seu canal do YouTube. O rapaz também respondeu sobre a então ajuda financeira que recebeu do irmão, além de dizer que é fácil da loira “defender causas nobres sem saber a realidade de muitos ou talvez a sua própria”. 

“Já que ela ama tanto falar da vida pessoanl no “AMORES DO GIOH”, porque ela não posta isso também lá? A TV não morreu, apenas não é mais um monopólio de opinião independente da emissora. Seja Globo, Record e SBT, o que for! Não é tão difícil de entender, principalmente pra alguém que lucra tanto com a internet né! Infelizmente não me tornei um dos AMORES DO GIOH! @gio_ewbank”, começou. 

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Em sequência, repondeu sobre as despesas que o então irmão Bruno assumia. “Mas gostaria muito de lhe informar que – NÃO MORO MAIS NO AP DO MEU IRMÃO!(E mesmo que morasse, não teria vergonha por não pensar igual a ele, afinal, não somos gêmeos de cérebros, apesar da semelhança física)”, falou. 

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Irmão de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank juntos
Reprodução/Instagram

Irmão de Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank juntos

“Liga lá na escola do meu filho, pergunta se estou devendo algo! E se precisasse da ajuda dele, aceitaria viu! Mesada pra MÃE ? (risos) Eu teria orgulho em poder proporcionar a minha mãe o que ele faz por ela, o nome disso é GRATIDÃO! Não sei se você conhece! APT DO MEU IRMÃO PRA FICAR ? Relaxa! Tenho amigos! Que certamente me receberão com o maior prazer! Quem escreve o que quer… leia as consequências!”, complementou. 

Por fim, disse que a verdade aparece. “Não preciso aparecer…mas as verdades, chegam! Porque chegou a hora né… É fácil defender causas nobres, sem saber a realidade de MUITOS! Ou talvez a sua própria ! Nunca fui de expor minha vida pessoal, mas infelizmente…foi necessário! Seja BEM-VINDO A REALIDADE”, finalizou. 

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Até o momento, Gio Ewbank comentou sobre as mensagens que o irmão Bruno Gagliasso
postou na web. 

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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