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Irmã de Rafa Brites é agredida na rua: “vamos acabar com todos os ‘veados’”

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Gabi Brites
, irmã de Rafa Brites foi agredida em São Paulo no último domingo (28). De acordo com a jornalista, sua irmã apanhou ao sair da votaçã. “A minha irmã apanhou ontem, em São Paulo. E ela apanhou, porque um cara de família, né, que inclusive estava com a família, passou e falou isso: ‘ Bolsonaro
17, vamos acabar com todos os ‘veados’  e todos os ‘pretos’. Foi isso que minha irmã ouviu antes de apanhar”, desabafou a apresentadora, visivelmente irritada.

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Irmã de Rafa Brites é agredida em dia de eleição
Reprodução/Instagram

Irmã de Rafa Brites é agredida em dia de eleição

A irmã de Rafa Brites
avisou a jornalista o que tinha acontecido através do whatsapp. Depois de explicar tudo, Rafa fez um apelo pelo fim da onda de ódio que vem se espalhando nessas eleições. “A gente precisa colocar fim nessa onda de ódio. A gente precisa defender essas pessoas que estão sofrendo agressões. Este não é o caminho, não é assim que o Brasil vai acabar com a corrupção, com falta de escolas, hospitais, vocês acham? Então, se você não concorda com nada disso, está na hora de se mexer para defender essas pessoas, porque elas estão sofrendo muito”. 

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Depois do desabafo, Rafa Brites recebeu um recado de que estaria fazendo “mimimi”. Ela publicou a conversae fez novo desabafo: “Você fala que uma mulher apanhou de um homem na rua… e outra mulher responde isso…”, disse.

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No domingo, Rafa Brites publicou uma foto dizendo que voltou para São Paulo, já que estava viajando, só para votar. Na imagem, ela aparece ao lado de um poste com a frase: “Quem tem Deus no coração não precisa de arma não. Haddad sim. Vote 13”, deixando claro que votaria em Fernando Haddad, do PT, concorrente de Bolsonaro.

Anteriormente, a esposa de Felipe Andreoli usou seus stories fala falar de polítca “Independentemente do resultado, tem muito ladrão solto ainda, gente. A gente vai ter que sair junto, sair muito ainda nas ruas para prender muita gente, para combater muita corrupção”, disse.

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“Não adianta a gente se dividir. O inimigo não sou eu, não é você. A gente quer o que? A gente quer o fim da corrupção, a gente quer dignidade para as pessoas, a gente quer respeito, a gente quer que todo mundo possa andar de cabeça erguida. A gente quer a mesma coisa”, completou. A irmã de Rafa Brites
e a própria jornalista apoiaram Fernando Haddad.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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