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Polícia

Investigador ministra palestra sobre drogas para alunos do Projeto Bombeiros do Futuro

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Assessoria | PJC-MT

Aproximadamente 40 alunos do projeto “Bombeiros do Futuro”, com idades entre 8 e 12 anos, participaram de uma palestra de cunho social e preventivo, ministrada na manhã desta terça-feira (22.10), pelo investigador Gláucio Galvão, lotado na Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) de Várzea Grande.

A palestra com o tema “Droga Lícitas e Ilícitas – Abuso e Consequência”, foi realizada no auditório da 2ª Delegacia de Polícia do Parque do Lago, Cristo Rei, onde os meninos assistiram atentamente a apresentação, assim como tiraram dúvidas e compartilharam experiências.

No início deste ano, a Polícia Civil junto a Secretaria de Assistência Social de Várzea Grande e o Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso, assinaram o Termo de Parceria para implantação do Projeto Bombeiros do Futuro, na região do Grande Cristo Rei, e desde então, toda terça-feira são realizadas ações e atividades nas dependências da 2ª Delegacia de Polícia do Parque do Lago.

O trabalho social tem como principal objetivo contribuir na formação de cidadãos mais conscientes, além de fomentar a cultura da paz e da não violência.

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Para o investigador, Gláucio Galvão, que realiza palestras educativas e orientativas do programa social De Cara Limpa Contra as Drogas em suas horas vagas, a prevenção é o melhor caminho para evitar crianças e entorpecentes entrem para o mundo das drogas, experimentando substâncias entorpecentes e se envolvendo em situações de risco.

“A droga é um problema de toda sociedade. A dependência não escolhe classe social, crédulo ou profissão, podendo assim atingir a todos. Nossa missão, é de forma positiva passar orientações que possam contribuir para o futuro dessa geração”, destacou.

 

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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