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Investigações da Polícia Civil resultam na apreensão de armas, dinheiro e cartões do Bolsa Família

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Na ação, foi dado cumprimento a dois mandados de busca e apreensão domiciliar, sendo uma mulher conduzida a delegacia e autuada em flagrante pelos crimes de receptação e posse ilegal de arma de fogo e munições.Uma investigação para apurar crimes de agiotagem e posse ilegal de arma de fogo, conduzida pela Polícia Judiciária Civil, através da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande (1ªDP-VG), resultou na apreensão de duas armas de fogo, munições, além de mais de R$ 5 mil em dinheiro, notas promissórias e diversos cartões do Programa Social Bolsa Família.

As investigações iniciaram após o recebimento de denúncias contra dois suspeitos que estariam envolvidos com crimes de tráfico de drogas, agiotagem e posse ilegal de arma de fogo.

Com base nas informações levantadas, o delegado Guilherme Berto Nascimento Fachinelli, representou pelos mandados de busca e apreensão domiciliar contra os investigados, os quais foram deferidos pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande.

Em um dos endereços alvo da investigação, no bairro Canelas, a equipe da 1ª DP-VG os policiais apreenderam um revólver calibre 38, com seis munições, uma pistola calibre 380 com 15 munições, diversas munições de diferentes calibres, R$ 5mil em notas de R$ 100, além de várias notas promissórias e cartões do “bolsa família”.

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No momento do cumprimento das buscas, o suspeito não estava em casa, porém a sua esposa alegou ter conhecimento das armas e munições na residência. Diante das evidências, a suspeita foi conduzida a delegacia onde foi autuada em flagrante por receptação e posse ilegal de arma de fogo e munições

Segundo o delegado, Guilherme Fachinelli, os cartões estavam em poder do investigado, em decorrência do crime de agiotagem. “O dinheiro era emprestado as vítimas, que deixavam os cartões como garantia dos pagamentos”, explicou o delegado.

Fonte: PJC MT
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Polícia

Idoso acusado de aplicar golpes em fraudes de cheques é preso em Barra do Garças

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Assessoria | PJC-MT

Um idoso acusado de aplicar golpes em diversos Estados do País foi preso em flagrante pela Polícia Judiciária Civil, na terça-feira (20.03), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças (509 km a Leste). José Oliveira da Silva, 67, foi surpreendido no interior de uma agência bancária da cidade, no momento em que tentava depositar um cheque fraudado no valor de R$ 42.400.

Segundo investigações da Derf Barra do Garças, o suspeito foi preso por diversas vezes pelo crime de estelionato praticados nos Estados do Maranhão, Goiás e Distrito Federal, sendo contumaz na prática delituosa.

Após suspeitar que o cheque era fraudado, o banco acionou os policiais da Derf Barra do Garças, os quais trabalham de forma integrada com as instituições financeiras. O emitente do título creditício disse que o cheque havia sido emitido no valor de R$ 250,00 e foi fraudado, possivelmente utilizando algum tipo de lavagem sofisticada e depois foi preenchido novamente.

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Durante as diligências no local, os investigadores da Derf perceberam a presença de três pessoas do lado de fora da agência, as quais pertenciam a quadrilha do suspeito, e que ao perceberem a presença dos policiais conseguiram fugir. Segundo o delegado, Wilyney Santana Borges Leal, a quadrilha do suspeito é oriunda do Estado de Goiás e Distrito Federal e geralmente age em dois momentos distintos.

Primeiro os integrantes abordam pessoas que estão nas filas das agências bancárias para trocar cheques e acabam trocando o título, ficando assim com a folha. Em um segundo momento, eles fazem a lavagem do preenchimento, alterando o preenchimento para um valor bem maior daquele que constava do cheque.

“No ano de 2011, o suspeito foi preso na cidade de Imperatriz (MA), quando tentava depositar um cheque clonado de uma prefeitura do Estado. Na época à falsificação foi considerada pela polícia como muito sofisticada e quase perfeita”, destacou o delegado

O suspeito foi conduzido a delegacia, onde após ser interrogado, foi autuado em flagrante por estelionato, e em seguida encaminhado para audiência de custódia para deliberação do Judiciário.

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Fonte: PJC MT
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