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Integrante do NX Zero estreia na direção com o clipe “Dei de Cara”

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Nesta sexta-feira (11), a banda Apampa lança o clipe da música “Dei de Cara”, a última canção do primeiro álbum, chamado “Capítulo 2”. A faixa foi digirida por Filipe Godoi e Caco Grandino do NX Zero.

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Clipe da música
Divulgação

Clipe da música “Dei de Cara” foi digirido por membro do NZ Zero.

No clipe, os membros do grupo se reúnem para assistir televisão e se dão conta de que aparecem em todas as programações, desde “Psicose” até telejornais. A ideia surgiu quando os integrantes imaginaram como seria se Apampa “invadisse” as telinhas. Caco Grandino falou sobre a sua primeira experiência atrás das câmeras: “Depois de tantos anos com o NX Zero gravando clipe após clipe, acabei pegando gosto pelo processo de criação e produção, de como transformar uma ideia em um filme com começo, meio e fim… Mas nunca tive coragem de encarar uma direção antes”, disse.

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Ele confidenciou que a Apampa colaborou para que a coragem aparecesse: “Por sermos amigos e termos admiração e confiança mútuas, essa “insegurança” desapareceu rapidinho e as ideias fluem muito bem”.

Caco Grandino  diz ainda que é animador trabalhar com pessoas que amam a música e o que fazem. “Agradeço ao Apampa pela oportunidade, ao Fi Godoi que dirigiu junto comigo, além de fazer toda fotografia, e aos meus eternos parceiros, Gus Alvarado e Leo Pinotti, da Art Intel Media, por essa experiência”, contou o diretor.

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A banda Apampa invade a TV no clipe
Divulgação

A banda Apampa invade a TV no clipe

Em 2017, Apampa apresentou as sete faixas de “Capítulo 2”, todas produzidas e gravadas pelos próprios integrantes.

O álbum visa contar a história do grupo com músicas que retratam a personalidade de cada um. Juntas, as canções refletem o bom momento da banda.

A Apampa nasceu em 2016 a partir de interesses em comum de do baixista, Matheus Padoca, do baterista, Renan Sabaddini, e do vocalista, Hec. Com o uso de música e poesia, a banda pretende enaltecer as coisas boas da vida.

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O baixista do NX Zero destaca a ousadia que a amizade com o grupo proporciona. “Tivemos ousadia para arriscar ideias de “paródias” de grandes clássicos e trazer toda a alegria da banda em atuar mesmo com baixíssimo orçamento, mas a coisa toda acontece quando temos a dedicação de todos”, finalizou.

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Roteirista de “Bright”, da Netflix, recebe novas acusações de abuso sexual

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Max Landis, roteirista do filme “Bright”, foi acusado novamente de abuso sexual. De acordo com uma reportagem especial do site Daily Beast , oito mulheres contaram seus relatos, detalhando os abusos. 

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Max Landis
Reprodução/Instagram

Max Landis é acusado de abuso sexual por oito mulheres


A reportagem começa com a declaração de Ani Baker, ex-namorada do roteirista, que publicou uma mensagem em seu Instagram. “Se você encontrou minha página via Max Landis , oi. Eu vou te falar algumas informações sobre ele, porque a experiência/relacionamento com essa pessoa é realmente destrutivo, cheia de dor e um trabalho emocional que você não precisa gastar a sua energia e tempo”, declarou.

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Baker recebeu diversas histórias de outras mulheres que também acusaram o cineasta de ter sido abusivo. Umas delas, Julie (que teve seu nome verdadeiro trocado), contou que se relacionou com Landis por dois anos.

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“Isso se tornou obscuro e sombrio, conforme nosso relacionamento se tornava mais tumultuado. Isso me levou a ser mais abusada. Ele disse que me ver chorando o excitava e ele gritava e me humilhava até que eu chorava. Depois, ele fazia sexo comigo enquanto eu continuava a chorar, sem nenhum respeito ou esforço para fazer as coisas direito. Ele me sufocou até eu desmaiar e fez coisas degradantes que eu não consigo escrever no papel”, afirmou.

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Uma outra jovem, Verônica, também relatou ter sido abusada por Max, dizendo que ele tentou fazer sexo com ela em um hotel. “Eu disse que estava desconfortável com a situação e não queria novamente. Ele ficou furioso e começou a gritar comigo, e jogou as coisas no quarto do hotel. Eu encolhi em um canto do quarto e ele se queixou que eu não estava sendo um bom encontro”, disse.

Esta não é a primeira vez que Max é acusado de algo tão grave. Em 2017, após o lançamento de “ Bright ”, ele também foi acusado de abuso sexual e assédio por uma atriz, Anna Akana. A partir daí, outras acusações contra ele vieram à tona.

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Além do filme da Netflix, Max Landis também escreveu “Poder Sem Limites”, estrelado por Michael B. Jordan em 2012. Além disso, ele é filho do lendário cineasta John Landis, diretor de “Um Lobisomem Amricano em Londres”. Os dois, inclusive, trabalham num remake do filme. 

Fonte: IG Delas
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