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Polícia

Instituições e sociedade unem esforços para construção de nova delegacia

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Assessoria/PJC-MT

A união e esforço conjunto da sociedade e instituições públicas de São José do Rio Claro (315 km a médio norte de Cuiabá) resultaram em um benefício para a população e servidores da segurança pública, em geral – a cidade ganhará uma nova sede para a Delegacia da Polícia Judiciária Civil.

Com obra orçada em R$ 250 mil, a delegacia está sendo construída na mesma área que a atual sede. Par erguer o prédio, a Polícia Civil se uniu ao Ministério Público, Poder Judiciário, Conselho Comunitário de Segurança e prefeituras, em um esforço para angariar recursos, além, é claro, da colaboração da sociedade por meio de empresas do município.

Neste domingo (16.02), foi realizado um almoço beneficente com leilão de gado bovino, para arrecadar recursos destinados à finalização da obra. O gado foi doado por empresas da região.

A diretoria da Polícia Civil participou do evento e também vistoriou a obra. O delegado-geral da JC, Mário Dermeval Aravéchia de Resende, destacou o esforço das instituições e da sociedade em colaborar com a estrutura da segurança pública.

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“Aqui em São José do Rio Claro vimos o engajamento da sociedade em auxiliar o poder público para termos um local decente para atender a população e para nossos servidores, com a união de diversos segmento sociais”, enfatizou o delegado-geral.

O delegado de São José do Rio Claro, Marcello Henrique Maidame, explica que a construção da nova delegacia também recebeu recursos das prefeituras de São José do Rio Claro e Nova Maringá. “É uma construção simples, mas que dará melhor estrutura de trabalho para nossas equipes. O leilão foi um sucesso, pois houve envolvimento de toda a população para que pudéssemos entregar a obra ainda neste semestre”.

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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