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Polícia

Inseticida, drogas e documentos falsos usados para abrir crediários são apreendidos durante investigação

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Dois jovens, sendo um adolescente, foram detidos em flagrante na residência localizada no Loteamento Alves

Sacos com inseticida avaliado em aproximadamente R$ 30 mil, entorpecentes e documentos falsos foram apreendidos em uma investigação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis, nesta quinta-feira (11.02). Um suspeito adulto foi preso e autuado em flagrante pelos crimes de tráfico e associação para o tráfico, corrupção de menores e falsificação de documento público. Um adolescente de 15 anos também foi apreendido e responderá a ato infracional.

Os produtos foram aprendidos em uma residência no Loteamento Alves, onde os investigadores chegaram após realizar monitoramento para checar informação de que o imóvel possivelmente era utilizado por um membro de um grupo criminoso para esconder entorpecentes e posteriormente revendê-los.

Ao chegarem próximos ao local suspeito, os policiais avistaram um rapaz no portão, que ao ver a equipe entrou no imóvel. Ao ser questionado se ocultava algo ilícito, o rapaz ficou nervoso e negou, mas entrou em contradição sobre a outra residência também suspeita e que desconhecia quem morava na casa.

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Na residência em frente estava um adolescente, que imediatamente confessou ter entorpecente na casa, além de inseticida furtado por outra pessoa e armazenado sob sua responsabilidade. O adolescente de 15 anos disse ainda que o entorpecente escondido na casa era dele e do outro rapaz, de 19 anos, seu vizinho, e que ambos vendiam as drogas.

Em relação à origem do inseticida em plastilhas (identificado como fosfeto de alumínio e utilizado no controle de insetos em lavouras de grãos), o adolescente informou que o produto valia aproximadamente R$ 30 mil e que seria vendido quilo por 150,00. Na residência, os policiais civis localizaram diversas porções de maconha embalada para venda e em tablete, pedras de pasta base, apetrechos para cortar, pesar e embalar os entorpecentes e documentos pessoais e contas em nome de terceiro.

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Polícia

Mulher e detida por venda falsa de “galinhada beneficente”

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Uma mulher que estava aplicando golpes em Nova Xavantina, a 645 km de Cuiabá, foi presa pela Polícia Civil nessa sexta-feira (5), durante investigação para apurar denúncia sobre a venda falsa de “galinhada beneficente”, que seria realizado para ajudar uma suposta criança com câncer.

A suspeita de 38 anos e com passagens anteriores pelo mesmo crime foi autuada em flagrante pela prática de estelionato.

As diligências iniciaram logo após a proprietária de um buffet procurar a delegacia para informar que uma pessoa estava usando o nome do seu estabelecimento comercial como local do evento beneficente.

De acordo com a vítima, a pessoa estava vendendo uma galinhada solidária que aconteceria no dia 22 de março em prol do tratamento de uma criança com câncer, porém o seu espaço comercial não havia sido alugado para o respectivo evento, que também não poderia ser realizado em razão da proibição de aglomeração por conta da pandemia causada pela Covid-19.

Ela informou também que a pessoa teria confeccionado os convites e vendido 300 ingressos, além de ter procurado a gráfica para produzir mais 300 ingressos, os quais estavam sendo vendidos pelo valor de R$ 15 cada.

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Com base nas informações, os policiais civis iniciaram as diligências para esclarecimento dos fatos, quando localizaram a suspeita na região central da cidade. Ela foi conduzida à Delegacia de Nova Xavantina para prestar esclarecimentos, sendo constatadas as passagens anteriores pelo crime de estelionato.

O mesmo tipo de golpe foi praticado pela suspeita no ano de 2018, no município de Tesouro, quando ela vendia rifas que dizia ser beneficentes, porém eram falsas.

Diante das evidências de prática criminosa, a mulher foi autuada em flagrante pelo crime de estelionato. Após a confecção dos autos, foi arbitrada a fiança no valor de R$ 3 mil, em razão da gravidade e prejuízo coletivo causado pela suspeita.

No entanto, a presa não efetuou o pagamento da fiança alegando que não tinha condições financeiras, sendo então transferida para a Cadeia Pública de Nova Xavantina, à disposição da Justiça.

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