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Mato Grosso

Indústria têxtil propõe verticalização do algodão mato-grossense

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A produção de algodão em Mato Grosso foi de 1,8 milhão de toneladas na safra 2017/18, o que significa 70% do total produzido no país. O estado está em primeiro lugar no ranking nacional e exporta principalmente para a China e Índia. Tanta matéria prima despertou o interesse da Companhia de Fiação e Tecidos Cedro e Cachoeira, indústria mineira e a primeira S.A. do Brasil, com quase 150 anos de atuação.

“Depois de mudanças na operação há 5 anos, verificamos que não há necessidade de termos mais a indústria de fiação dentro da planta, somente a tecelagem ‘para frente’. Então, é hora de concentrar onde tema mais necessidade e faz sentido trazer este elo par onde tem matéria prima”, explicou Marco Antônio Branquinho Júnior, presidente da companhia.

Em reunião com o vice-governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, e o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, nesta sexta-feira (13.09), o executivo informou que 95% da produção têxtil é consumida no País e que existem apenas 1500 indústrias em funcionamento. As empresas de confecção são bem mais numerosas, cerca de 27 mil micro e pequenos negócios que empregam até 50 funcionários cada.

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Mato Grosso está em processo de verticalização econômica e Branquinho acredita que há espaço para investidores apostarem na região. A Cedro seria uma das consumidoras desta fiação, pois fabrica 75 milhões de metros de tecido por ano, 90% deste total tem o algodão como matéria prima. Na fiação, produzimos 30 mil toneladas de fio por ano, o que significa o consumo de 33 mil toneladas de algodão por ano.

“O Estado tem interesse em incentivar a vinda de uma indústria têxtil, pois tem que criar condições para a verticalização desta cadeia. Vamos conversar com potenciais interessados e verificarmos a viabilidade deste plano de negócios”, disse o vice-governador, Otaviano Pivetta.

Inicialmente, a indústria estaria localizada em um município da Baixada Cuiabana. Para o secretário César Miranda, é importante viabilizar uma indústria deste porte em Mato Grosso para gerar desenvolvimento com mais emprego e renda para a população. “Junto com a indústria vem a qualificação de mão de obra e melhorias indiretas para o município e região onde será instalada”, afirmou. O secretário adjunto de Investimentos e Agronegócio, Walter Valverde, também participou da reunião.

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Fonte: GOV MT
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Mato Grosso

Governo debate aumento de preços com setores nesta quinta-feira (30)

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O Governo do Estado realiza um debate público, nesta quinta-feira (30), com quatro segmentos do comércio, para esclarecer ao cidadão quem são os responsáveis pelos aumentos abusivos nos preços dos produtos, alta que passou a ser praticada em diversos estabelecimentos neste ano.

A audiência pública está marcada para iniciar às 8h, no Auditório Clóves Vetoratto, no Palácio Paiaguás, em Cuiabá. Todo o evento será transmitido ao vivo para todo o Estado por meio da TV Assembleia e pelo Facebook do Governo.

A TV Cidade Verde também fará transmissão ao vivo da audiência, que poderá ser acompanhada em mais de 80 municípios do interior de Mato Grosso. A imprensa também poderá acompanhar o debate de forma presencial.

Está confirmada a presença do secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, e de técnicos da secretaria. Também foram convidados para o debate os deputados estaduais e representantes dos segmentos do Etanol, Farmácia, Atacadistas e Material de Construção.

A audiência pública foi proposta em razão de alguns empresários estarem praticando aumentos injustificáveis de preço em produtos essenciais para a população, sob a justificativa de que a alta é necessária porque o Estado teria “aumentado impostos” por meio da lei que passou a vigorar esse ano, que reinstituiu de forma correta os incentivos.

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“Na verdade, nós não aumentamos nenhum imposto. O imposto é aquela alíquota sobre os produtos. O que nós fizemos foi cortar alguns privilégios de incentivos fiscais. Eu desafio alguém a mostrar que nós aumentamos a alíquota de imposto. Nós reduzimos incentivos fiscais e reduzimos privilégios”, explicou o governador, em recente entrevista à Rádio Vila Real.

O governador desmentiu que a alta dos preços teria relação com a nova lei em vigor no Estado.

Mendes usou o exemplo do etanol, cujo o ICMS é de 25% e com o incentivo fiscal ao setor, somente é cobrado 12,5%, ou seja, a metade. Lembrando que o valor em 2019 era de 10,5% e foi reajustada para 12,5%, a segunda menor do Brasil.

“Álcool em todo o Brasil tem uma alíquota que varia de 12% a 25%. Aqui era 10,5%. Era uma das menores alíquotas do Brasil. Subiu para 12,5%. Subiu 2,5%. Isso daria 6 centavos. Mas o preço na bomba subiu 15%, estão subindo 60 centavos. Na prática, vemos margens de lucro maiores do que é tributada e faltam com a verdade ao dizer que isso é responsabilidade do Governo”, afirmou.

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Fonte: GOV MT
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