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Igreja satanista ameaça processar Netflix por uso de imagem em “Sabrina”

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Desde o último domingo (28), Lucien Graves, líder de uma igreja satanista, tem usado o Twitter para criticar a Netflix
. De acordo com ele, a plataforma está fazendo o uso de uma das imagens do seu templo, em  ” O Mundo Sombrio de Sabrina
“, sem autorização.

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Igreja satanista acusa Netflix de usar imagem sem devida autorização em
Divulgação

Igreja satanista acusa Netflix de usar imagem sem devida autorização em “O Mundo Sombrio de Sabrina”

A imagem em questão é a estátua de Baphomet, uma figura com cabeça de bode venerada pelos frequentadores da igreja satanista
, que aparece em várias cenas da escola de magia de Sabrina (Kiernan Shipka).

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Segundo Lucien, a estátua que aparece na série tem exatamente o mesmo design daquela que se encontra em seu templo em Detroit, nos EUA. Ele também garante que a seita possui os direitos autorais da imagem, o que pode gerar processo a plataforma de streaming.

“Sim, estamos tomando ações legais contra o roubo da nossa propriedade intelectual, protegida por direitos autorais, pela Netflix e sua série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’. Eles não podem se apropriar do nosso design para promover o seu patético pânico satânico”, declarou Graves no Twitter.

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Igreja satanista afirma que
Reprodução

Igreja satanista afirma que “O Mundo Sombrio de Sabrina” está fazendo uso de imagem de dividade sem autorização e ameça processar a Netflix

Em outro momento, na mesma rede social, ele prosseguiu o desabafo: “Eu estou realmente impressionado com as pessoas me perguntando porque tomaríamos atitudes legais contra a Netflix. Vocês teriam a mesma atitude se uma obra de ficção usasse uma mesquita real como o quartel-general de uma organização terrorista?”.

Em entrevista para os sites The Wrap
e SFGate
, ele disse que, até o momento, apenas pediu para seus advogados enviarem uma carta a plataforma pedindo a remoção das cenas da estátua.

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“A série é muito problemática para nós [satanistas], mas mesmo que não fosse, eu me veria na obrigação de tomar atitudes legais contra a Netflix. Nós temos os direitos autorais da estátua. Se não processarmos agora, ficamos fracos e expostos a roubos no futuro”, observou o representante da igreja satanista
.

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A Voz do Brasil faz 85 anos

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O programa de rádio A Voz do Brasil completa 85 anos nesta quarta-feira (22). Idade avançada para pessoas e para instituições no Brasil. Uma frase atribuída a Leonardo da Vinci, que morreu idoso para o seu tempo (aos 67 anos), sentencia que “a vida bem preenchida torna-se longa”.

Em oito décadas e meia, A Voz do Brasil preencheu a vida dos ouvintes com notícias sobre 23 presidentes, em mandatos longínquos ou breves. Cobriu 12 eleições presidenciais, e manteve-se no ar durante a vigência de cinco constituições (1934, 1937, 1946, 1967 e 1988).

programa cobriu a deposição dos presidentes Getúlio Vargas (1945) e João Goulart (1964), o suicídio de Vargas (1954), a redemocratização do país em dois momentos (1946 e 1985), o impeachment e renúncia de Fernando Collor (1992) e o impeachment de Dilma Rousseff (2016).

Além de notícias dos palácios do governo federal, A Voz do Brasil levou aos ouvintes informações sobre a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). O programa narrou as conquistas do país em cinco Copas do Mundo e a derrota em duas – a mais traumática em 1950. A Voz registrou a inauguração de Brasília (1960) e cobriu a morte de ídolos como Carmen Miranda (1955) e Ayrton Senna (1994).

Pelo rádio, e pela A Voz do Brasil, muitos brasileiros souberam da invenção da pílula anticoncepcional (1960), da descida do homem na Lua (1969), dos primeiros passos da telefonia móvel (1973), da queda do Muro de Berlim (1989) e da clonagem da ovelha Dolly (1998).

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Vida longa

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF.
Inauguração da transmissão do programa A Voz do Brasil, Brasília, DF. – Arquivo Nacional

A longevidade do programa A Voz do Brasil é assunto de interesse de historiadores e pesquisadores da mídia de massa no país. “É curioso como um programa de rádio se torna uma constância em um país de inconstância institucional, jurídica e legislativa”, observa Luiz Artur Ferrareto, autor de dois dos principais livros de radiojornalismo editados no Brasil.

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Para Sonia Virginia Moreira, professora do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, a longa duração do programa “tem muito a ver com a própria longevidade do rádio como meio de comunicação. A morte do rádio foi anunciada várias vezes e ele segue como um veículo muito importante no Brasil.”

“Nenhum governo abriu mão dessa ferramenta fantástica. A longevidade vem da percepção que os diferentes governos tiveram que manter essa ferramenta era algo que trazia uma vantagem enorme para o governo do ponto de vista das suas estratégias e para seus objetivos”, acrescenta Henrique Moreira, professor de jornalismo e especialista em história da mídia no Brasil.

Curiosidades sobre A Voz do Brasil 

 A Voz Brasil nem sempre teve como trilha sonora de abertura trecho da ópera O Guarani (1870), de Carlos Gomes. O Hino da Independência (1822), composto por Dom Pedro I, e Aquarela do Brasil (1939), de Ary Barroso, também serviram para marcar o início do programa.

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