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Polícia

Homem é preso com arma de fogo, drogas e motocicleta sem documentação

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Judiciária Civil do município de Pontes e Lacerda (448 km a Oeste) efetuou a prisão de um homem, na quinta-feira (28.03), em posse de uma motocicleta furtada, drogas e uma arma de fogo.

Webner Severino dos Santos, 28, conhecido como “Maguila, foi autuado pelos crimes de posse ilegal de arma de fogo e munições, tráfico de drogas, receptação e por dirigir veículos sem possuir CNH ou permissão para dirigir.

Na casa do suspeito, no bairro Santa Cruz, em Pontes e Lacerda, foi localizado um revólver calibre 38 e nove munições, porções de pasta base cocaína, uma motocicleta Honda Biz de cor azul com registro de furto, dinheiro e balança de precisão

Os policiais civis receberam informações do suspeito, que era investigado por envolvido com o tráfico de drogas na região, que ele  estaria na posse de uma motoneta proveniente de crime.

Ao checar a denúncia foi avistada a moto Honda Biz, estacionada em frente a residência do suspeito. Na ocasião, Webner se apresentou com proprietário do veículo, bem como afirmou que não possuía documentação da moto pois havia adquirido pelo valor de R$ 600, de uma pessoa conhecida como “Negão”, usuário de drogas e preso por cometer o crime de homicídio que vitimou um taxista na região.

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Diante dos fatos, Webner foi detido pelo crime de receptação. Durante buscas na casa dele, os policiais civis apreenderam uma arma de fogo (revólver calibre 38 municiada), porções de pasta base de cocaína, uma balança de precisão, R$ 200 em dinheiro, entre ouros objetos.

Em seguida o rapaz foi conduzido à Delegacia de Polícia de Pontes e Lacerda, interrogado e preso em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e munições, tráfico de drogas, receptação e por dirigir veículos sem possuir CNH ou permissão para dirigir.

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Gefron intensifica barreira para impedir entrada de estrangeiros em Mato Grosso

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron-MT) vai reforçar a atuação policial em toda faixa que liga o Brasil com a Bolívia. A medida visa restringir, de forma excepcional, a entrada de estrangeiros em Mato Grosso e evitar a propagação do coronavírus (Covid-19).

Com o empenho da tropa do grupamento e da Polícia Militar (PM-MT), a vigilância será contínua nos postos de fiscalização e por meio de barreiras volantes. A intensificação das ações atende à Portaria 125, de 19 de março deste ano, do Governo Federal.

A medida restritiva é de caráter excepcional e temporária no prazo de 15 dias, podendo ser prorrogado.

No período estão proibidos a entrada de cidadãos da Bolívia, Argentina, Colômbia, República Francesa, Paraguai, Peru, Suriname e Guiana. O trabalho será desenvolvido dentro “Operação Hórus”, do Programa Vigia, do Ministério da Justiça e Segurança Pública

“Vamos aumentar nosso efetivo de policiais atuando na fronteira para cumprir a determinação do Governo Federal. Já desempenhamos um trabalho periódico de enfrentamento aos crimes transfronteiriços e agora vamos intensificar ainda mais”, afirma o comandante do Gefron, tenente-coronel PM, Fábio Ricas.

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A base operacional do grupamento fica no município Porto Esperidião. Outros pontos de fiscalização estão distribuídos na região do Matão (no município de Pontes e Lacerda), Vila Cardoso, Avião Caído (em Cáceres), Canil Integrado (Cáceres).

A portaria traz algumas exceções. Fica autorizada a entrada de brasileiro, nato ou naturalizado, imigrante com prévia autorização de residência definitiva em território brasileiro, profissional estrangeiro em missão a serviço de organismo internacional, desde que devidamente identificado, funcionário estrangeiro acreditado junto ao Governo brasileiro.

A restrição de que trata esta portaria não impede o livre tráfego do transporte rodoviário de cargas, na forma da legislação vigente, a execução de ações humanitárias transfronteiriças previamente autorizada pelas autoridades sanitárias locais, o tráfego de residentes de cidades gêmeas com linha de fronteira exclusivamente terrestre.

O descumprimento das medidas disciplinadas nesta portaria implicará em responsabilização civil, administrativa e penal do agente infrator, a deportação imediata e a inabilitação de pedido de refúgio.

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